O Brasil não precisa de um estudo acadêmico de alto nível ou uma análise profunda dos melhores economistas para entender as razões do seu atraso. A economia, como uma ciência pouco compreendida pelos brasileiros, é o estudo das escolhas propositais dos seres humanos, com uma profunda relação entre meios e fins.
É preciso compreender que todo o futuro de uma nação está sujeito à lei de causa e efeito. Não existe exceção para esse grande princípio. Explicando melhor, cada decisão política tomada agora tem imenso impacto na solução ou no agravamento dos problemas que enfrentamos.
Por vezes, de maneira simplória, somos conduzidos a um estado de apaziguamento típico dos latinos e não fazemos a devida correção de uma decisão errada, que poderá ter profundos impactos na geração de riqueza para os brasileiros.
Pegue o caso da Ferrogrão, um projeto com uma capacidade final de transporte de 70 milhões de toneladas/ano em plena operação. Além do mais, a decisão em favor da Ferrogrão evitará a duplicação da BR-163. Sim, caso não avance a sua autorização, o Brasil terá que obrigatoriamente duplicar mais uma rodovia federal que, com o volume atual de tráfego, já está ficando intransitável.
Não custa lembrar que a ferrovia não passa por nenhuma terra indígena e o estudo termina apontando que uma composição ferroviária (capacidade de 16,9 mil toneladas) vai substituir 422 caminhões (40 toneladas).
Se os estudos internacionais apontam que 40% da comida nos próximos dez anos virá do Brasil, como vamos transportar esse volume de alimento? Talvez a resposta mais fácil seja assistir a esse vídeo e aprender com o Quênia. Todo ativismo exagerado leva indubitavelmente ao atraso.
Antonio Cabrera é veterinário com pós-graduação em produção animal e presidente do Grupo Cabrera, que atua no agronegócio. Foi ministro da Agricultura e Reforma Agrária no governo Fernando Collor e ex-secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de SP durante a gestão Mário Covas. Atualmente, é titular da Sociedade Nacional de Agricultura e membro de várias entidades nacionais e internacionais, além de cônsul honorário da Espanha. Ele está no LinkedIin: Antonio Cabrera
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Atenção Oeste. Eu respeito a formação deste senhor, mas ele precisa urgentemente de orientação quanto ao desenvolvimento de um artigo para revistas. Ele aborda um tema (um título) e não desenvolve a temática abordada (não é a primeira vez que ele faz isso). Veja: quais são as lições do Quênia para o Brasil, afinal das contas?! Ah, mas tem um link que direciona a um vídeo… Sério?! É assim que se constrói um artigo agora?! Só põe o título lá, adiciona um link de direcionamento e deixa o resto por conta do vídeo? É cômodo assim. Eu não quero assistir vídeos. Assino a revista para ler artigos, opiniões, análises e reportagens.
Ô Branca, ajuda aí faz favor!
O interesse é empobrecer o povo brasileiro.
A ferrogrão não é executada porque é reserva ambiental ou terra de índio, ela não é executada porque o Brasil perdeu a soberania para uma esquerda comunista e corrupta
Brilhante explicação, impossível de ser refutada a construção da Ferrovia. Fica claro o interesse de impedir o crescimento do agronegócio e por conseguinte o Brasil.