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Edição 284

Condenados pela verdadeira crueldade

Enquanto a filha do ministro Alexandre Padilha não pode viajar para a Disney, mães e avós presas nos atos do 8 de janeiro estão separadas de seus filhos e netos, sentenciadas a penas desproporcionais e politicamente motivadas

Recentemente, uma jornalista da GloboNews, em tom de indignação, classificou como “crueldade” a revogação dos vistos de entrada nos Estados Unidos da esposa e da filha de 10 anos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em meio a sanções relacionadas ao programa Mais Médicos — um esquema criminoso para enviar dinheiro dos pagadores de impostos do Brasil à ditadura cubana.

A palavra “crueldade” foi jogada ao vento e usada para descrever o impacto de sanções diplomáticas sobre uma família abastada, como se a perda de um privilégio de viagem fosse o ápice do sofrimento humano.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participa da aula inaugural do módulo de acolhimento e avaliação dos profissionais cubanos para a segunda etapa do Programa Mais Médicos, em Brasília, DF (13/11/2013) | Foto: Wikimedia Commons

Enquanto isso, mães, avós e cidadãs comuns, presas após os eventos de 8 de janeiro de 2023, enfrentam uma realidade infinitamente mais brutal: anos de prisão, separação de seus filhos e condições desumanas, sob decisões judiciais desproporcionais e politicamente motivadas.

Desde 8 de janeiro de 2023, centenas de pessoas foram presas, muitas sem acusações formais imediatas, e enfrentam processos carentes de transparência e proporcionalidade. Entre os detidos estão pessoas que, em muitos casos, sequer participaram de atos de vandalismo, mas foram condenadas a penas de até 17 anos de prisão.

Sim, ouvimos isso mesmo. Diante de toda a barbárie que estamos vivendo, uma apresentadora resolveu dizer, quase aos gritos, que revogar o visto americano — que é um privilégio, e não um direito — de uma criança de 10 anos é uma “crueldade sem tamanho”.

 
 
 
 
 
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Na mesma hora, enviei uma mensagem para Edilson Salgueiro, meu colega aqui na Oeste e responsável por várias reportagens sobre as vítimas, e pedi a lista da verdadeira crueldade do atual regime de Alexandre de Moraes. Entre os nomes, estão mulheres como Débora dos Santos, cuja história exemplifica o que muitos chamam de perseguição judicial. Essas mães não são apenas números em uma lista; são mulheres arrancadas de suas famílias, privadas de ver seus filhos crescerem, enquanto a narrativa midiática foca em “crueldades” como a perda de vistos para os EUA e a impossibilidade de ir para a Disney.

Débora dos Santos é uma das faces mais emblemáticas dessa tragédia — a Débora do “batom”, como ficou conhecida. Mãe de duas crianças, Rafael, de 8 anos, e Caio, de 10 anos, Débora foi condenada a 17 anos de prisão. Sua “culpa”? Estar presente em Brasília no dia 8 de janeiro, em um protesto que muitos consideram um exercício de liberdade de expressão. Não há evidências públicas de que Débora tenha participado de atos de violência ou depredação, mas isso não impediu o STF, sob a relatoria de Alexandre de Moraes, de impor uma pena desproporcional, ilegal e desumana.

Enquanto a GloboNews chora pela “crueldade” de uma criança de 10 anos não poder viajar aos EUA, onde está a indignação pela separação de Débora de seus filhos? 

Gravado em novembro de 2024, vídeo de Débora dos Santos veio a público depois da retirada de sigilo por parte do STF: cabeleireira chora e pede que se 'compadeçam de mim'
Gravado em novembro de 2024, vídeo de Débora dos Santos veio a público depois da retirada de sigilo por parte do STF: cabeleireira chora e pede que se ‘compadeçam de mim’ | Foto: Reprodução/TX

Outras mães, outras histórias de dor

E Débora não está sozinha. A lista enviada por Edilson Salgueiro inclui outras mulheres em situações igualmente devastadoras. Enquanto muitos veem apenas números em uma lista macabra, aqui vemos mães e inocentes que estão pagando pelo fetiche da perseguição política do sistema — nomes e sobrenomes de pessoas e famílias marcadas para sempre pela injustiça de quem prometeu honrar nossas leis.

– Rieny Munhoz Mácula – Condição: gravidez de alto risco (oito meses). Motivo da prisão: condenada por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Situação: condenada a 17 anos e 6 meses de prisão.

– Diovana Vieira da Costa, 23 anos – Condição: filho recém-nascido. Motivo da prisão: ré por crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e associação criminosa. Situação: aguarda julgamento destacado para o plenário físico do STF.

– Juliana Gonçalves Lopes Barros, 34 anos – Filhos: Davi, 9 anos, com asma severa, e Eva, 7 anos. Motivo da prisão: denunciada por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa. Situação: condenada a 17 anos de prisão. Segue presa.

– Ana Flávia de Souza Monteiro Rosa, 37 anos – Filhos: Isaac Daniel, 7 anos. Motivo da prisão: acusada de incitar e participar da depredação de prédios públicos; denunciada por associação criminosa e dano qualificado. Situação: condenada a 17 anos de prisão. Segue presa. 

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– Jaqueline Freitas Gimenez, 40 anos – Filhos: Isabelle, 10 anos, e um menino mais novo, de 7 anos (nome não informado). Motivo da prisão: acusada de participar da invasão e depredação, enquadrada em abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa. Situação: condenada a 16 anos de prisão. Segue presa.

– Josilaine Cristina Santana, 43 anos – Filhos: um menino de 9 anos (nome não divulgado). Motivo da prisão: acusada de participação ativa na invasão, denunciada por golpe de Estado, associação criminosa e dano qualificado. Situação: condenada a 16 anos e 6 meses de prisão. Segue presa e sofre de depressão no cárcere.

– Débora Chaves Caiado, 43 anos – Filhos: um menino de 8 anos, com TDAH (nome não informado). Motivo da prisão: denunciada por incitar e financiar atos do 8/1; acusada de associação criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Situação: condenada a 14 anos de prisão. Segue presa desde junho de 2024.

– Ednéia Paes Silva dos Santos, 38 anos – Filhos: Maria Fernanda, 10 anos, e um filho maior de idade (nome não informado). Motivo da prisão: denunciada por participar da invasão e destruição de patrimônio, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Situação: condenada a 17 anos. Alternou períodos de prisão domiciliar e cárcere fechado. Segue presa.

– Camila Mendonça Marques, 37 anos – Filhos: Clara, 7 anos, e Vinícius, 13 anos. Motivo da prisão: condenada por participação nos “atos golpistas”, denunciada por abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa. Situação: condenada a 17 anos de prisão. Segue presa. 

E as filhas de Cleriston da Cunha que morreu na Papuda depois do mais absoluto descaso de Alexandre de Moraes, que ignorou oito pedidos de habeas corpus com atestados médicos e até sustentação da própria Procuradoria-Geral da República (PGR) para que sua prisão fosse revertida para domiciliar? Clezão sofria de problemas cardíacos graves e precisava de cuidados médicos diários. Morreu nas mãos do Estado. Uma crueldade, claro, mas bem menor do que “perder o visto para os EUA”.

Clezão, ao lado de sua mulher e filhas
Clezão, ao lado de sua mulher e filhas; ele era morador de Brasília, no Distrito Federal | Foto: Reprodução/Twitter X/@eduardoafvieira

Mais Médicos e mais hipocrisia

O caso de Alexandre Padilha e as sanções dos EUA ilustram a desproporção na narrativa midiática. O programa Mais Médicos, criado em 2013, foi criticado e sancionado pelos EUA por sua parceria com Cuba, que explorava médicos cubanos, retendo grande parte de seus salários. A GloboNews, por sua vez, amplificou a narrativa de “crueldade” contra a família do socialista Padilha, que agora perdeu o privilégio de visitar a terra dos ianques malvados e do capitalismo selvagem.

A palavra “crueldade” parece ter pesos diferentes dependendo de quem a pronuncia. Para a torcida de pompom na imprensa desconectada da realidade, perder um visto é uma tragédia digna de manchetes e faniquitos na TV. Para as mães do 8 de janeiro, a destruição de suas vidas e famílias é apenas uma nota de rodapé. Essa seletividade não é apenas hipocrisia; é uma afronta à justiça e à dignidade humana.

A criança de 10 anos de Padilha não poderá visitar os EUA, mas os filhos de Débora, Josilaine e outras enfrentam um futuro sem suas mães, em meio a condições de saúde precárias e abandono emocional. Qual dessas situações merece o rótulo de “crueldade”? A resposta é clara, mas não para a elite midiática que escolhe suas causas com base em conveniências políticas e interesses nos jogos de poder.

A promessa traída dos direitos humanos

A humanidade alcançou um marco grandioso em 10 de dezembro de 1948, com a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU. Esse documento, nascido das cinzas da Segunda Guerra Mundial, prometeu proteger a dignidade, a liberdade e o direito à família para todos, sem distinção. Artigos como o 3º (“Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança”) e o 9º (“Ninguém será submetido à prisão arbitrária”) foram celebrados como pilares de uma nova era. No entanto, a história mostra que essas promessas são frequentemente traídas quando o poder político busca silenciar dissidentes.

Eleanor Roosevelt segurando um cartaz da Declaração Universal dos Direitos Humanos (em inglês), em Lake Success, Nova York, EUA (1949) | Foto: Wikimedia Commons

As mães do 8 de janeiro são exemplos vivos dessa traição. Presas sem evidências claras de crimes graves, separadas de seus filhos e submetidas a penas desproporcionais, elas enfrentam uma realidade que contradiz os ideais da Declaração.
Historicamente, casos semelhantes ocorreram em regimes que usavam a justiça como ferramenta de repressão.

Na África do Sul do apartheid, mulheres foram presas e separadas de suas famílias por resistirem ao regime. No regime stalinista (1929-1953), milhões de pessoas foram enviadas a campos de trabalhos forçados (Gulags) como parte da repressão política. Muitas mulheres, acusadas de serem “inimigas do povo” por motivos muitas vezes vagos (como oposição ao regime ou laços familiares com dissidentes), foram separadas de seus filhos. O regime nazista (1933-1945) separou inúmeras mães de seus filhos, especialmente em campos de concentração e extermínio. A desumanização das mães nos campos nazistas, arrancadas de seus filhos por um regime que as via como inimigas, ecoa a dor das mães do 8 de janeiro, presas e separadas de seus filhos por acusações que muitos questionam quanto à proporcionalidade.

Esses episódios, embora distintos, mostram como o poder pode distorcer a justiça para punir quem o desafia, traindo os princípios de humanidade que a Declaração de 1948 buscava proteger.

No Brasil de 2025, as condenações do 8 de janeiro ecoam essa traição. Alexandre de Moraes, ao liderar os processos, é acusado por críticos — e agora pelos Estados Unidos — de conduzir uma perseguição política disfarçada de defesa da democracia. As penas de 12, 15 ou 17 anos impostas a mães como Débora, Josilaine e outras violam o espírito da Declaração, que exige proporcionalidade e respeito aos direitos fundamentais. A verdadeira crueldade está em ignorar esses princípios em nome de uma narrativa que serve a interesses políticos.

Ministro Alexandre de Moraes na sessão da Primeira Turma do STF (19/8/2025) | Foto: Rosinei Coutinho/STF

A verdadeira crueldade não tem idade

Na esteira das listas da barbárie no Brasil de 2025, em uma similaridade de arrepiar os cabelos com as piores páginas da humanidade, encontramos também idosos com condenações e penas de dar um nó na garganta. 

Com a imputação de crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, ler os nomes das pessoas que deveriam estar cuidando de seus netos, mas que estão encarceradas por puro abuso da injustiça, é de apertar o coração. Aqui em Oeste, eles jamais serão apenas “estatísticas” do 8 de janeiro:

– Vildete Ferreira da Silva Guardia, 74 anos condenada a 16 anos e 6 meses em regime fechado.

– Iraci Megumi Nagoshi, 73 anos condenada a 16 anos e 6 meses em regime fechado.

– Maria de Fátima Jacinto, 70 anos – condenada a 17 anos em regime fechado.

– Sônia Teresinha Possa, 67 anos condenada a 16 anos e 6 meses em regime fechado.

– Jair Domingues de Morais, 67 anos – condenado a 13 anos e 6 meses em regime fechado.

– José Carlos Galanti, 66 anos – condenado a 16 anos e 6 meses em regime fechado.

– Luís Carlos de Carvalho Fonseca, 64 anos condenado a 16 anos e 6 meses em regime fechado.

– Ana Elza Pereira da Silva, 64 anos – condenada a 14 anos em regime fechado.

– Maria do Carmo da Silva, 63 anos condenada a 14 anos em regime fechado.

– Francisca Hildete Ferreira, 63 anos condenada a 13 anos e 6 meses em regime fechado.

– Antônio Teodoro de Moraes, 71 anos – condenado a 14 anos em regime fechado.

– Cláudio Rubens da Costa, 73 anos condenado a 13 anos e 6 meses em regime fechado.

– Jamildo Bomfim de Jesus, 62 anos – condenado a 14 anos em regime fechado. 

– Moisés dos Anjos, 63 anos – condenado a 13 anos e 6 meses em regime fechado. 

– Nelson Ferreira da Costa, 61 anos condenado a 16 anos e 6 meses em regime fechado. 

– Marco Afonso Campos dos Santos, 62 anos – condenado a 13 anos e 6 meses em regime fechado.

Foto: Shutterstock

E esta nem é uma lista completa. Se, assim como eu, você chegou até aqui diante desses nomes, condenações e penas absurdas com o estômago embrulhado, que façamos juntos uma oração para que o socorro também venha dos céus. Afinal, já ficou óbvio que essa guerra é também entre o bem e o mal.

Crueldade não é perder o privilégio de viajar para os Estados Unidos. Crueldade é arrancar uma mãe ou uma avó de seus filhos e netos, condená-las a anos de prisão sem provas claras de crimes graves e ignorar o sofrimento de famílias destruídas sob o pretexto de defender a democracia. Enquanto a mídia dá chiliques por Alexandre Padilha e sua família, as vozes dessas famílias permanecem silenciadas.

É hora de mostrar com todas as letras o que significa, de fato, crueldade. É hora de exigir justiça para as pessoas do 8 de janeiro e expor a hipocrisia e maldade de quem ignora a cruel realidade. Que a história julgue e condene aqueles que, por ação ou omissão, perpetuam esse ciclo de dor. 

Leia também “A cavalaria chegou”

28 comentários
  1. Gilson Herz
    Gilson Herz

    A canalhice dessa escrota e do restante da imprensa maldita que defende esse desgoverno, chegou ao seu ápice. O retorno virá, cedo ou tarde.

  2. LUCIANO CUNHA DE PAIVA
    LUCIANO CUNHA DE PAIVA

    Realmente é um absurdo isso que acontece no Brasil. Parabéns pelo relato. Mas ao relatar as crueldades, quero lembrar das crianças sequestradas pelos russos na Ucrânia e separadas de suas famílias pelo regime do ditador Putin. Que Trump se mais incisivo com ele e pare de dar plateia pra esse sanguinário.

  3. Candido Andre Sampaio Toledo Cabral
    Candido Andre Sampaio Toledo Cabral

    Obrigado Ana, pela incansável luta por nosso Brasil, mesmo morando fora. Artigos como este precisam ser expostos sempre, para que nós brasileiros cada vez mais nos atentem e busquem maneira de salvar o país. Cada um a sua maneira, poderemos construir um futuro melhor.

  4. Rosely M G Goeckler
    Rosely M G Goeckler

    Este artigo merece ser encaminhado a cada jornalista da pseudo-imprensa que afirma q basta responder a inquérito com advogado constituído, como se tivéssemos o Devido Processo Legal, como fez em 25/08 Andreza Matais na entrevista com Paulo Figueiredo!

    Ela defendeu q o Brasil 🇧🇷 é uma democracia! Parece q já se esqueceu q foi demitida após sua matéria sobre a Dama do Tráfico e do Jornalista-fotógrafo que foi demitido há algumas semanas após fotografar AM e seu dedo médio erguido para o público!

  5. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Um artigo que não foge a regra, sempre maravilhoso. Em tempos idos quando a pessoa terminava o curso de joralismo, passava por um teste, os piores eram designados para o esporte, como é o caso do mala Andre Rizek, hoje esse mesmo critério é utilizado para saber quem vai para a Globo News, como é o caso de Adrea Sadi, coincidentemente esposa do mala.

  6. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Parabéns Ana por esse excelente artigo. Deveria ser divulgado em todas as mídias possíveis para conhecimento do grande público. Isso sim é que é jornalismo sério e de verdade. Orgulho de ser parte da Família Oeste.

  7. Maria Elizabeth Silva Penido
    Maria Elizabeth Silva Penido

    Ana,a matéria escrita dá nó no estômago.E sua fala no 4×4 representou o que eu e milhares de pessoas gostaríamos de falar.
    Muito obrigada pela sua luta incansável.
    Bendita aquela hora em que Guzo e seu mestre Augusto fizeram o convite que mudou os rumos de sua trajetória profissional!
    Um abraço de uma lavrense ,sua grande admiradora.

  8. Osvaldo Pasqual Castanha
    Osvaldo Pasqual Castanha

    Perfeita análise. A desfaçatez e a hipocrisia dessa imprensa vendida é de arrepiar os cabelos. Mas, vocês, pseudo jornalistas salafrários sem um mínimo de dignidade verão chegar o dia de vocês.

  9. Carlos Sergio Souza Rose
    Carlos Sergio Souza Rose

    A Oeste deveria divulgar essas vítimas da tirania brasileira em todos os seus programas, incansavelmente. Essa crueldade dos “Batmans” tupiniquins acabar. Parabéns pelo artigo.

  10. Domingos Henrique Fazan Caramano
    Domingos Henrique Fazan Caramano

    Texto magistral!
    Parabéns, Ana Paula!
    Neste Guzzo, está orgulhoso, com certeza!

    1. MNJM
      MNJM

      Patabebs Ana, expôs toda hipocridia dessa mudia vendida da globonews a cada dia mais mediocre. Quanto a Moraes tera o que merece jpor sustentar uma farsa de golpe de estado que não existiu apenas por poder e perseguição politica. Lei Magniskty é pouco p Moraes e seus cumplices.

  11. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Mais do que um artigo. Um documento para ser enviado à ONU, à OEA, à UE e à redação de todos os jornais importantes do mundo. Como sempre, a Ana Paula sacou a defesa rebateu a bola para outro lado, a parceira levantou direto para a Ana cortar e afundar a bola na areia. Um artigo ilustrando a capacidade da campeã do vôlei trabalhar com a palavra escrita com a mesma eficiência, tal qual fazia com eficiência nas quadras e no vôlei tradicional e de vôlei de areia. Como sempre, muito talentosa.

  12. Marcos César Rampazzo
    Marcos César Rampazzo

    Parabéns Ana, nos dá um aperto no peito estar presenciando estas crueldades e não poder fazer nada !! Esses demônios pagarão muito caro ainda, em vida e no juízo final.

  13. Giovani Lapertosa
    Giovani Lapertosa

    Parabéns e obrigado, Ana Paula, pela reportagem. Entristecedora e reveladora de como a arte imita a vida real: num colossal romance, o personagem Jean Valjean, de Victor Hugo, é condenado a 5 anos (cumprindo 19 anos após tentativas de fuga) de trabalhos forçados por ter roubado um pedaço de pão. Já livre, é perseguido pelo inspetor Javert que, na sanha de reencarcerar Valjan, comete várias ilegalidades mas segue firme em seu propósito…

  14. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Bota esses comunistas ladrões psicopatas numa caverna passa uma grade de ferro e deixa todos apodrecerem lá

  15. Teresa Guzzo
    Teresa Guzzo

    Parabéns Ana Paula e Edilson Salgueiro, esses fatos e nomes jamais serão esquecidos. Parecem uma lista do Holocausto,nesse caso brasileiro.

  16. Manfredo Rosa
    Manfredo Rosa

    Indagado sobre possibilidade de influência da sanção nos trabalho, o ministro respondeu: “não existe a menor possibilidade de recuar nem um milímetro sequer”. Esta é a justiça que lhe agrada, aquela percebida com a métrica polegar. Quão distante está da que deve ser, a guiada pelo fôlego do espírito.

  17. Manfredo Rosa
    Manfredo Rosa

    Oi Ana Paula. Parabéns. Um texto para guardar e chorar quantas vezes se leia. Eles acabarão com tudo, até com o Brasil. Ao final descobrirão que ideias não são derrotadas assim. Liberdade… bem isto eles nem sabem do que se trata.

  18. João Antônio Dohms
    João Antônio Dohms

    És uma das comentaristas que mais admiro !
    Mas o que nós pobres cidadãos aos 73 anos de idade podemos fazer ?
    Sua reportagem é mais do mesmo !
    Comida requentada !
    Acredito que nesse momento vcs jornalistas ,comentaristas políticos podem ajudar muito mais se reportarem essa situação caótica em que vivemos todos os dias com um estrupo jurídico sem igual levando essas informações à jornalistas do mundo todo de direita e governantes do mundo todo de direita .
    Vcs precisam alardear aos quatro cantos do mundo omque era acontecendo .
    É o que o Eduardo Bolsonaro ,Paulo Figueiredo,Alan Santos e uns poucos outros mais estão fazendo nós EUA!
    Vc mora nós EUA ,tem possibilidades ímpares de realizar um trabalho de conscientização de artistas ,governo ,ongs de direita e por aí vai .
    Faça entrevistas com grandes influenciadores norte americanos .
    Porque pra nós sua reportagem de hoje é mais do mesmo ,sofremos diariamente com essa avalanche de estupros jurídicos !
    Grato

    1. Bianca Diamante Waisberg
      Bianca Diamante Waisberg

      O que faz a Revista Oeste, se não diariamente reportar essa situação caótica em que nos encontramos? O que faz a Ana Paula, se não dar voz a essas mães, avós e suas famílias que estão despedaçadas?
      Chamar esse assunto de “comida requentada” é extremamente desrespeitoso! Se ainda temos centenas de pessoas presas, isso não é assunto requentado; isso é um assunto atual; um problema que precisa ser falado e principalmente, resolvido!
      Todos nós “pobre cidadãos” temos muito a fazer: a começar por não desistir!

    2. Ana Paula Henkel

      LAMENTÁVEL é a única coisa que posso dizer diante da expressão “comida requentada” e “mais do mesmo” para um assunto que deveria estar TODOS OS DIAS nos jornais. Estamos falando de vidas humanas, mães, filhos pequenos e famílias que estão sendo devastadas por terríveis violações constitucionais e dos direitos humanas que só vemos em regimes totalitários. Oeste é o único veículo que não desiste dessas pessoas. Ademais, o que fazemos nos bastidores aqui nos EUA não deve estar sob holofotes tampouco deve bradado aos quatro ventos como prêmio ou exposição desnecessária. Farei uma oração por você hoje, João. Que seu coração jamais aceite a normalização da barbárie.

    3. Julio José Pinto Eira Velha
      Julio José Pinto Eira Velha

      Não me lembro de quem é a frase, mas vale relembrar, tem gente que boca fechada é um poeta.

    4. WILSON GOMES DE ANDRADE
      WILSON GOMES DE ANDRADE

      A experiência de vida, que uma pessoa com 73 anos deveria ter, sugere que quando não se tem alguma coisa útil para se dizer deveria -se guardar o inteligente silêncio. É lamentável ler comentário tão descolado da realidade.

  19. Bianca Diamante Waisberg
    Bianca Diamante Waisberg

    Impossível segurar as lágrimas ao ler esse artigo! São lágrimas de tristeza por cada mãe que não pode abraçar seus filhos e por cada idoso que está sendo mal tratado na cadeia; são lágrimas de tristeza, mas também de raiva, por tanta injustiça e desumanidade!
    Com esse artigo, Ana Paula desnuda toda crueldade impelida a essas pessoas!
    Como diz o salmo 37 ” Pois o Eterno ama a justiça e não desampará Seus fieis; eternamente serão resguardados, enquanto que a semente dos ímpios será destruída.”
    A justiça chegará em breve!

  20. Marcio Cruz
    Marcio Cruz

    Assistir a Globo, especialmente a essa Sadi, e passar atestado de imbecilidade

  21. MC75
    MC75

    Enojado, e revoltado, com esses desmandos perpetrados pela parte togada da narcoquadrilha que nos governa. Esses malditos hão de pagar por esses crimes que cometem. Espero que seja em breve, da pior maneira possível.

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