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Política

Wesley Safadão nega convite do PRTB para disputa no Senado

Segundo nota da equipe enviada à jornal, o artista está focado na própria carreira e 'não tem intenção de entrar na política'

prefeitura maranhão show de wesley safadão - show cancelado - justiça
O presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, disse que Wesley Safadão deixará sua contribuição política 'no momento oportuno' | Foto: Reprodução/Instagram

O cantor Wesley Safadão teria recusado, nesta sexta-feira, 14, o convite do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) para disputar uma vaga no Senado pelo Ceará em 2026. A legenda, conhecida atualmente por Pablo Marçal, busca reformulação e, recentemente, também convidou o sertanejo Gusttavo Lima para concorrer à Presidência.

Segundo nota da equipe de Safadão, divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o artista está focado na carreira musical e “não tem intenção de entrar na política”.

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O presidente do PRTB, Leonardo Avalanche, afirmou à CNN Brasil que o cantor já teria “conversas avançadas” e demonstrava empolgação em participar. Mais tarde, ao Estadão, disse que o cantor de forró deixará sua contribuição política “no momento oportuno”.

A próxima eleição, marcada para 4 de outubro de 2026, deve ocorrer já com o novo nome do PRTB: “Brasileiros”. A mudança aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevista para os próximos dias. 

Se aceitasse a candidatura, essa seria a primeira incursão política de Wesley Safadão. No entanto, sua família já tem histórico no meio. No ano passado, seu irmão, Edim Oliveira, foi eleito prefeito de Aracoiaba, município a cerca de 75 km de Fortaleza.

Oeste entrou em contato com o PRTB, mas não houve resposta.

+ Leia também: “Pablo Marçal descarta ser vice de Gusttavo Lima: Sou cabeça de chapa”

Sem Wesley Safadão

A citação do nome do sertanejo e a ventilação de outro com muita popularidade — como Wesley Safadão — também serve como alternativa estratégica. Pablo Marçal enfrenta cinco ações na Justiça Eleitoral que podem torná-lo inelegível por oito anos. Todas estão prontas para sentença na primeira instância, em São Paulo.

Caso seja condenado, Marçal poderá recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral.

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1 comentário
  1. Leandro Cardoso Ferreira
    Leandro Cardoso Ferreira

    Pô o cara já é Safadão no nome e ainda querem que seja senador!

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