A promessa de facilitar o acesso à aviação para aposentados, feita pelo governo federal por meio do programa Voa Brasil, resultou em números bem abaixo do esperado. Apenas 52 mil passagens foram comercializadas de julho de 2024 a janeiro deste ano. O número representa menos de 2% do total de três milhões de bilhetes que haviam sido anunciados para o primeiro ano.
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Mesmo com a expectativa de beneficiar 23 milhões de pessoas na fase inicial, o programa não atingiu a meta. A segunda etapa, planejada para incluir estudantes de instituições públicas ainda no primeiro semestre de 2025, não foi lançada até o momento. O Ministério de Portos e Aeroportos atribuiu a baixa adesão a fatores como falta de conhecimento do público-alvo e dificuldades de acesso ou uso dos serviços digitais.
Estrutura e limitações do programa
O Voa Brasil, estruturado sem subsídio público e sem custos para as companhias aéreas, depende da liberação de passagens de assentos ociosos pelas empresas, o que limita a oferta. Em 17 meses de operação, pouco mais de 52 mil bilhetes foram vendidos. Cerca de 26 mil pessoas participaram, já que cada beneficiário pode adquirir até dois trechos por ano.
O começo das vendas, que demorou quase um ano e meio depois do anúncio em março de 2023, foi marcado por negociações difíceis com as companhias aéreas. O setor expressou insatisfação por demandas não atendidas, o que contribuiu para os sucessivos adiamentos. Quando finalmente lançado, o programa já apresentava redução no número de beneficiários em relação ao previsto inicialmente.
Leia mais: “Voa, Brasil?”, coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 199 da Revista Oeste
No lançamento, Silvio Costa Filho, ministro de Porto e Aeroportos, pediu que as empresas liberassem os bilhetes com antecedência. O chefe da pasta baseou-se no histórico de assentos vazios registrados nos últimos 20 anos. No entanto, apesar do potencial, a meta de distribuição de passagens não foi atingida, e o governo segue sem um plano definido para ampliar o alcance da iniciativa.








































Uma palhaçada. O que o povo precisa é de oportunidades para progredir. O assistencialismo em todas as suas formas é um péssimo negócio, uma coisa feita para agradar gente improdutiva às custas de quem trabalha. Não passa de compra de votos.
Falta de conhecimento…. Ou foi só prós cumpanheiros?