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Política

Vandalismo na Assembleia Legislativa de São Paulo: Polícia Civil pede quebra de sigilo de celulares

Autoridades querem verificar suposta formação de organização criminosa

vandalismo Alesp polícia | Manifestantes de esquerda, contrários à privatização da Sabesp, cometeram atos de vandalismo durante a votação na Alesp | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Manifestantes de esquerda, contrários à privatização da Sabesp, cometeram atos de vandalismo durante a votação na Alesp | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A Polícia Civil solicitou à Justiça do Estado de São Paulo a quebra de sigilo dos celulares de três militantes de esquerda, envolvidos em atos de vandalismo na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Em 6 de dezembro, o grupo promoveu uma baderna por causa da privatizaão da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

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O pedido foi feito pela delegada Maria Aparecida Rezende Corsato, do 27º Distrito Policial. A delegada explica que a investigação dos celulares é necessária para “verificar a existência de uma organização criminosa”, formada por manifestantes de esquerda que estavam na votação da Alesp.

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Os investigados respondem ainda por crimes de resistência, desobediência e dano ao patrimônio público. A ideia da quebra de sigilo é verificar se há mais envolvidos nos crimes.

Se não houver comprovação de organização criminosa, os investigados vão responder por associação criminosa, um delito com pena mais branda.

Vandalismo na Alesp

A votação do Projeto de Lei 1.501/2023, que autorizou o governo paulista a privatizar a Sabesp, foi interrompida por militantes de esquerda.

O presidente da Casa, André do Prado (PL), pediu a atuação da Tropa de Choque da Polícia Militar (PM) para a retirada dos manifestantes, que estavam atrapalhando o andamento da votação na 58ª Sessão Extraordinária.

Naquele momento, militantes empurram o vidro que separa o plenário da galeria, local

Os militantes tentaram invadir o plenário da Casa e empurraram o vidro que separa aquele onde a população pode assistir às sessões. Além disso, os manifestantes gritavam e interrompiam os discursos dos deputados.

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As autoridades detiveram quatro pessoas e as levaram, algemadas, até o 27º Distrito Policial, no Campo Belo, na zona sul da capital paulista. Todos alegaram inocência e disseram ter sido agredidos pelos policiais.

Leia também: “Terroristas soltos?”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 178 da Revista Oeste

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