publicidade
Política

Van Hattem, sobre nova fase da Lesa Pátria: 'Ilegalidade, inconstitucionalidade, maldade'

Deputado federal reclama da operação deflagrada pela Polícia Federal a mando do ministro Alexandre de Moraes, na manhã desta terça-feira, 16

Van Hattem
Deputado Marcel Van Hattem: 'O valentão age outra vez!' | Foto: Divulgação/Agência Câmara

O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) criticou a nova fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta terça-feira, 16, pela Polícia Federal. Os agentes cumpriram 18 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

+ Leia as últimas notícias de Política no site da Revista Oeste.

Receba nossas atualizações

Van Hattem classificou a operação como ilegal, inconstitucional e maldosa. “O valentão age outra vez! Quando essa covardia contra pessoas que sequer têm foro vai parar? Ilegalidade, inconstitucionalidade, maldade. Até a morte de um cidadão na cadeia já ocorreu. Os demais ministros do STF ficarão em silêncio? E o Senado?”, escreveu o parlamentar.

A operação desta terça-feira foi a 26ª fase da Lesa Pátria, que já prendeu mais de 1,4 mil e confiscou R$ 25 milhões. Desde janeiro passado, a PF afirma que se trata de uma “operação permanente” para investigar os eventuais envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Mais de 130 pessoas foram condenadas pelo STF pelo 8 de janeiro

Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes é o relator dos inquéritos relativos ao 8 de janeiro | Foto: Reprodução/Redes sociais

Mais de 130 pessoas já foram condenadas pelo STF até agora. Na maioria dos casos, as penas ficaram entre 12 e 17 anos de prisão, consideradas excessivas, uma vez que as pessoas flagradas nos prédios públicos são cidadãos comuns que não tinham nenhuma intenção de dar um golpe.

O dono do Twitter/X, Elon Musk, foi um dos que consideraram excessivas as penas. Ele se manifestou sobre o caso do motoboy condenado a 17 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro.

+ ‘Punição superior ao crime’, diz Elon Musk sobre pena de motoboy pelo 8 de janeiro

Dois ministros do STF — Nunes Marques e André Mendonça — em seus votos sustentaram que o foro dos cidadãos comuns para responder aos processos do 8 de janeiro não é o STF, mas a Justiça de primeira instância. Dezenas de juristas também se manifestaram dessa maneira.

Além disso, os especialistas também explicaram que não há provas que demonstrem que as pessoas condenadas tramaram um golpe, nem mesmo comprovação de que depredaram os prédios da Praça dos Três Poderes. 

Leia também: A sentença já foi dada, artigo de J. R. Guzzo publicado na Edição 210 da Revista Oeste

4 comentários
  1. R.F. Nobre
    R.F. Nobre

    Alguém sabe a posição dos sendores do meu estado São Paulo?
    Mara Gabrilli, Marcos Pontes e Giordano quendo irão atender os anseios de seus eleitores?

  2. André Luiz Cumplido de Sant'Anna
    André Luiz Cumplido de Sant'Anna

    Tenho muita esperança de que essa onda nefasta de Constituição estuprada seja superada e seus responsáveis punidos nos termos de nossa legislação

  3. PCC
    PCC

    A única coisa que a oposição sabe fazer no Brasil é lamentar, de prático não faz nada.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade