Um levantamento elaborado pelo Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a ONG More in Common, estimou em cerca de 18 mil pessoas o público presente na manifestação “Acorda, Brasil”, realizada em Brasília neste domingo, 25. O ato foi organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e marcou o encerramento de uma caminhada que pedia liberdade e justiça ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
De acordo com a organização, o cálculo considera uma margem de erro de 12%. Com isso, o público presente no momento de pico é estimado entre 15,8 mil e 20,1 mil participantes. O documento afirma que “a contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial”.
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O levantamento informa que foram analisadas imagens aéreas obtidas em dois horários distintos, às 10h45 e às 15h15, em um total de 24 fotografias. Para a estimativa final, foram selecionadas sete imagens registradas às 15h15, descritas como “momento de pico da aglomeração”. Segundo o texto, “as imagens cobriam toda a extensão da manifestação, sem sobreposição”.
Para o cálculo da multidão, foi utilizado um método desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Zhejiang, na China. O procedimento consiste em um drone registrar imagens aéreas da manifestação, que são processadas pelo sistema para identificar e marcar automaticamente as cabeças das pessoas. O texto afirma que, “usando inteligência artificial, o sistema localiza cada indivíduo e conta quantos pontos aparecem na imagem”, o que permite “uma contagem precisa, mesmo em áreas densas”.
SSP diverge de estimativa da USP
A estimativa apresentada pela USP difere de números apurados por Oeste com fontes da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal. Segundo o órgão, a manifestação “Acorda, Brasil” teria reunido entre 50 mil e 100 mil pessoas ao longo de aproximadamente quatro horas de duração.
Fontes da SSP relataram que a chuva intensa durante o evento dificultou uma contagem mais precisa. De acordo com essas informações, fatores como o uso de guarda-chuvas e a presença de pessoas acompanhando o ato de dentro de veículos, em razão da falta de estacionamento, contribuíram para uma estimativa mais ampla de público.
Leia também: “Universidades do ódio“, reportagem de Branca Nunes e Mateus Conte publicada na Edição 288 da Revista Oeste









































Pode multiplicar por 10 = 180.000 e fica mais próximo da realidade.
Não entendo como um canal jornalístico tão prestigiado como a Revista Oeste, além de informar de forma equivocada, ainda noticia estatística errônea sobre o quantitativo de pessoas no final da caminhada de Nikolas em Brasília, por duas razões:
Primeiro, essa ONG não tem nada a ver com a USP, absolutamente nada. Eles se utilizam do nome da USP só para dar ares de legitimidade aos seus levantamentos.
Segundo, como a Revista Oeste noticia falsa estatística sobre o número de participantes? Essa informação só é publicada pela Imprensa Marrom esquerdista.
Pisou na bola a Revista Oeste.
Gente,parem de dar bola pra o que esses pseudo-estatísticos da USP afirmam: pouco importa se tinham 18 ou 100.000 pessoas, o que importa é que o Nikolas não estava só, como o idiota do Lindbergh, estava com o povo brasileiro junto dele !
Estes idiotas da USP nao acertam uma estimativa…. So desmerecem a Unjversidade…. MAs sabemos porque erram
Seria bom esse instituto que não serve pra nada fechar, fica chupinhando nosso dinheiro e produzindo merdas ..
USP ??? Por acaso não foi de la uma formatura na ultima semana que aplaudiram o atual “dono” do país ???
Eles contam pelas cabeças como estava chovendo as pessoas cobertas chegaram a este numero.. Tanto que estimaram uma alta percentagem na margem de erro . So comunista para acreditar e comemorar este numero.
Quem esteve presente não importa, a gradeza do evento se deu na repercussão nas redes sociais o que incomoda esses ratos sujos e mercenários.
ACORDA BRASIL 🇧🇷🇧🇷
Infeliz reportagem. Para que dar voz a essa gente q mostra o declínio da universidade pública brasileira. Melhor dar à SSPcujos integrantes estavam lá.
O que podemos esperar do nascedouro das elites brasileiras que se mantém ativo desde o golpe da República? A USP (então Faculdade de Direito do Largo de São Francisco) produz a formação de elites políticas, de articuladores políticos e de figuras proeminentes desde o Golpe da República
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Derrubada a monarquia em 1889, com seu complô de cafeicultores paulistas e do Exército, forneceu 12 dos 29 presidentes eleitos por voto direto, era parte no jogo de tesouras conhecido como café com leite que Vargas interrompeu, forneceu figuras proeminentes para o Judiciário como Janaina Pascal, Miguel Reali Junior e Hélio Bicudo, que contribuíram para o impeachment de Dilma Rousseff, Temer e, por fim, Alexandre de Moraes que ora se julga o senhor do Brasil.
Além de tudo, com o Estadão nascido lá e alimentando a intelligentsia brasileira, competindo com a Globo, essa sim, estrutura fora da USP, adestrar a massa de ignorantes e alienados.
voce continuam caindo no golpe de somos a USP, esse pessoal é um grupelho de extrema esquerda na USP faturando o deles como ONG, vejam que são os financiadores. Software chines para calcular multidões…. tá de gozação
Drone chines trabalha pra quem, USP? Esta perdeu a credibilidade.
A USP tem a anuência do governo federal para fake news. É tudo pela soberania e pelo bem da democracia relativa.