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Política

Superior Tribunal Militar esclarece ação que pede perda de patente de Bolsonaro

Órgão encaminhou pedido de deputada do PT ao Ministério Público Militar

Bolsonaro é capitão da reserva do Exército | Foto: Reprodução/Site oficial do Partido Liberal
Bolsonaro é capitão da reserva do Exército | Foto: Reprodução/Site oficial do Partido Liberal

O Superior Tribunal Militar esclareceu que não tramita, neste momento, nenhuma representação de indignidade para declaração de perda de patente contra o ex-presidente Jair Bolsonaro ou outros oficiais. Segundo nota divulgada pela Corte na última sexta-feira, 19, o que foi recebido foi uma representação criminal/notícia-crime apresentada pela deputada federal Natália Bonavides (PT-RN), com pedido de providências, e não uma ação formal de indignidade.

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De acordo com o tribunal, “não tramita nesta Corte neste momento nenhuma Representação de Indignidade contra oficiais militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF)”. A nota acrescenta que “esta representação não deve ser confundida com Representação de Indignidade, pois constitui um mero pedido de encaminhamento”.

natália bonavides - pt - rejeição - prefeitura de natal
Ação contra Bolsonaro foi apresentada por Natália Bonavides | Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

Ação contra Bolsonaro foi encaminhada ao Ministério Público Militar

O ministro relator, José Barroso Filho, determinou o envio dos autos ao Ministério Público Militar, órgão que, conforme a Constituição, tem competência para avaliar se há fundamentos para eventual representação desse tipo. “O ministro José Barroso Filho, sorteado relator do pedido da deputada, deferiu nesta quinta-feira, 18, o encaminhamento dos autos ao MPM”, informou o STM.

Na decisão que determinou o encaminhamento, o relator destacou que, em regra, a iniciativa cabe ao MPM, mas entendeu haver legitimidade para o pedido de encaminhamento por se tratar de matéria de interesse público. O ministro também registrou que “a natureza do julgamento não se destina a revisar a condenação penal que já transitou em julgado, mas tem por finalidade específica avaliar as consequências éticas e morais da conduta”, conforme os preceitos do Estatuto dos Militares.

A representação da deputada menciona condenações pelo STF relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Em setembro, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado. De acordo com a 1ª Turma da Suprema Corte, ele foi considerado culpado pela suposta tentativa de golpe de Estado.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Clodoaldo
    Clodoaldo

    Enquanto os políticos “de direita” ficam só nas redes sociais, os políticos da quadrilha esquerdista, trabalham juntamente com seus parceiros de crime para neutralizar toda à oposição.

  2. Lucia campos
    Lucia campos

    Quanta injustiça meu Deus ! Olhai pelo Brasil ! Que os homens de bem tenham força , fé e muita coragem .

  3. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Essa mulher devia olhar mais seu estado em colapso total , segurança ,saúde, corrupção em níveis insuportáveis, essa faz parte do roubalheira do pt

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