publicidade
Política

STF vai julgar regulamentação das redes sociais em setembro

Suprema Corte retoma debate sobre o tema depois de a plataforma Twitter/X encerrar operações no Brasil

Fachada Supremo Tribunal Federal (STF)
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF) | Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para setembro o julgamento sobre a regulamentação das redes sociais. Em maio do ano passado, os ministros discutiram brevemente o tema, mas postergaram o debate para que o Congresso Nacional aprimorasse a legislação necessária.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

A ideia da Corte, agora, é resolver a questão antes das eleições municipais de outubro. O progresso legislativo não foi tão rápido quanto o esperado, e o alerta da plataforma Twitter/X em ignorar decisões judiciais pressionou o tribunal a retomar o tema com urgência.

STF evitou conflito com Congresso

Palácio do Congresso Nacional, em Brasília (DF)
Palácio do Congresso Nacional, em Brasília (DF) | Foto: Divulgação/Roque de Sá/Agência Senado

O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, ciente de possíveis conflitos com o Congresso, agendou a sessão para setembro. Ele agiu assim para evitar tensões durante a crise política das emendas.

Leia também: “‘Eu estava apenas obedecendo ordens'”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 230 da Revista Oeste

As questões em julgamento envolvem o Marco Civil da Internet e estão sob a relatoria dos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, com expectativa de decisão conjunta pelo plenário da Corte.

As ações se concentram na interpretação do Artigo 19 do Marco Civil, que responsabiliza as plataformas online por conteúdos de terceiros apenas se estas desobedecerem ordens judiciais para eventual remoção.

+ Por que Elon Musk decidiu fechar o escritório do Twitter/X no Brasil

Há uma corrente no STF que defende uma postura mais ativa das big techs no combate à supostas desinformação.

Depois dos eventos do 8 de janeiro, alguns magistrados do tribunal sugeriram que a inação das empresas perante às decisões poderia resultar em responsabilizações criminais de seus executivos.

Leia mais: “Um basta ao arbítrio e à insegurança jurídica”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 230 da Revista Oeste

Leia também:

Leia mais sobre:

3 comentários
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Meu Deus …. que suspense ….. O que será que essa corja vai decidir?????? Irão acabar de abolir a Constituição, o que já estão fazendo há anos? Irão extinguir o livre direito de expressão, que não existe no país desde que o Amoral se tornou o xerife mor? Ou xerife mer…? Total suspense, mas apenas para os idiotas de plantão.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade