Os senadores Magno Malta (PL-ES), Eduardo Girão (Novo-CE) e Damares Alves (Republicanos-DF) protocolaram, nesta terça-feira, 27, no Senado Federal, um aditamento ao pedido de impeachment do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O documento acrescenta novos fatos à representação original, com base em reportagens investigativas recentes e em informações públicas. Segundo os parlamentares, elas reforçam indícios de conflito de interesses, suspeição e comprometimento da imparcialidade judicial.
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O texto destaca vínculos familiares e econômicos que envolvem o Resort Tayayá, no Paraná, que tem relação com familiares do ministro. Também cita conexões com estruturas financeiras associadas ao caso do Banco Master. O processo sobre a instituição financeira corre na Suprema Corte, com a relatoria de Toffoli.
Além disso, o aditamento menciona denúncias sobre a existência de práticas de jogos de azar no Tayayá, bem como o uso frequente do local por pessoas próximas ao ministro do STF. Na avaliação de Malta, Girão e Damares, esse fato fragiliza a versão de afastamento patrimonial e funcional.
Mais argumentos a favor do impeachment de Toffoli

Outro argumento que os senadores consideram “central” no documento é a alegação de que tais vínculos, ainda que indiretos, configurariam situação objetiva de suspeição. Eles embasam a afirmação com trechos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil e da Lei n° 1.079/1950 (Lei do Impeachment). Na visão dos parlamentares, eles comprometem não apenas a imparcialidade, mas também a aparência de imparcialidade e a confiança pública no exercício da jurisdição.
Para Magno Malta, o aditamento possui caráter institucional de extrema relevância. “Quando há fatos documentados, reportagens investigativas e vínculos objetivos que colocam em dúvida a imparcialidade de um ministro da Suprema Corte, o Senado não pode se omitir”, afirmou. “O que estamos fazendo é cumprir o nosso dever constitucional de fiscalização e de proteção da credibilidade das instituições.”
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O documento foi encaminhado à presidência do Senado como termo aditivo à representação protocolada em 14 de janeiro de 2026, com pedido de juntada formal aos autos para análise no âmbito das competências constitucionais da Casa.






































Mas desta vez, o amigo do amigo de meu pai está numa cama de gato daquelas…
Com esse alcolumbre nada vai pra frente. Ele tem o rabo, o pescoço, a consciência presos nas gavetas do Supremo. É um corrupto, sem qualquer laivo de honestidade, bom senso, coragem ou caráter….