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Política

Senado tem agenda reduzida na semana de Páscoa

Casa vai analisar medida provisória e ter sessão na CPI do Crime Organizado

Sessão plenária no Senado Federal com parlamentares em pé durante cerimônia oficial em Brasília
Senado manterá funcionamento até quarta-feira 1º | Foto: Arquivo/Agência Brasil

A semana parlamentar do Senado Federal está mais curta com o feriado da Páscoa. Os senadores concentrarão os trabalhos até a quarta-feira 1º.

Entre os itens mantidos em pauta, estão duas reuniões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado e a votação da medida provisório (MP) sobre a segurança pública do Distrito Federal.

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Na terça-feira 31, o plenário da Casa fará uma sessão deliberativa remota com pauta reduzida, além da MP, estão previstas votações de dois projetos de lei. Um deles sobre cooperação entre Brasil e Tunísia em ciência, tecnologia e inovação.

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O outro projeto propõe a ampliação da estrutura do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que tem sede no Recife e atende os Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas e Sergipe. A proposta aumenta de 24 para 27 o número de desembargadores.

No entanto, a principal urgência do Senado é a Medida Provisória n° 1.326/2025, que reajusta a remuneração das forças de segurança do Distrito Federal, incluindo Polícia Militar e Corpo de Bombeiros dos ex-territórios e do antigo DF (que era a cidade do Rio de Janeiro), eleva o auxílio-moradia e extingue cargos vagos no Executivo federal.

A Casa precisa votar o texto nesta semana, já que a MP está na fase final de tramitação e tem prazo constitucional, ou seja, se não for aprovada até quarta-feira, perde a validade.

Centrão ainda não fechou questão sobre a votação do aumento de cadeiras na Câmara | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
No Senado sob comando de Davi Alcolumbre (União-AP), centrão ainda não fechou questão sobre a votação do aumento de cadeiras na Câmara | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

CPI do Crime Organizado mantém depoimentos na semana de Páscoa

A CPI do Crime Organizado manteve as duas reuniões previstas. Nesta terça-feira, 31, o colegiado espera ouvir o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.

Na quarta-feira, a CPI espera ouvir Leonardo Augusto Furtado Palhares, administrador da empresa Varajo Consultoria Empresarial. A empresa foi supostamente utilizada para fazer o pagamento de propinas ao servidor do Banco Central Belline Santana, no esquema do Banco Master.

A comissão, por fim, marcou os depoimentos de Ricardo Andrade Saadi, presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, e Leandro Piquet Carneiro, professor e pesquisador. Como o colegiado convidou ambos, eles não têm obrigação de comparecer.

1 comentário
  1. PCC
    PCC

    Essa gente já não faz nada mesmo, aliás, faz sim, um mal danado ao país.

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