publicidade
Política

Sem consenso no Senado, líder do governo acredita que Messias terá votos para o STF

Jaques Wagner (PT-BA) afirma trabalhar para alcançar os 41 apoios necessários

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou na última quinta-feira, 8, que ainda não há consenso na Casa para aprovar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar do impasse, Jaques disse acreditar que o indicado reunirá votos suficientes para assumir a vaga aberta com a saída de Luís Roberto Barroso da Corte.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

Para a confirmação, o nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisa passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, ser aprovado no plenário do Senado Federal, com ao menos 41 votos dos 81 senadores.

“Estou trabalhando os votos, mas acho que ele [Messias] terá os votos para ser aprovado”, afirmou Jaques ao jornal O Estado de S.Paulo, durante evento que marcou os três anos dos atos do 8 de janeiro.

Advogado-geral da União, Jorge Messias | Foto: José Cruz/Agência Brasil
Advogado-geral da União, Jorge Messias | Foto: José Cruz/Agência Brasil

Indicação de Messias teve reação no Senado

Messias foi indicado por Lula em 20 de novembro. A escolha, porém, gerou reação negativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia a indicação do também senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga. Lula anunciou o nome de Messias sem consultar o presidente da Casa, o que provocou desgaste na relação entre os dois.

Contrariado, Alcolumbre marcou a sabatina do advogado-geral da União na CCJ para 10 de dezembro. Diante da resistência à indicação, Lula deixou de encaminhar ao Senado a mensagem oficial com o nome de Messias, documento necessário para a tramitação formal. Sem esse envio, a sabatina foi adiada.

A expectativa do governo é que a sabatina seja remarcada para o começo de fevereiro de 2026, depois do recesso parlamentar, conforme declarado por Jaques.

Leia também: “A esquerda está nua”, artigo de J. R. Guzzo publicado na Edição 272 da Revista Oeste

Leia mais:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade