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Política

Messias tem apoio sindical e trabalhista em articulação ao STF

Advogado-geral da União esteve com lideranças sindicais e magistrados da Justiça do Trabalho em Brasília, na última quinta-feira, 4

Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) | Foto: Divulgação/AGU
Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União | Foto: Divulgação/AGU

Dois dias depois de dialogar com representantes do Conselho Federal de Medicina, o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), esteve com lideranças sindicais e magistrados da Justiça do Trabalho em Brasília, na última quinta-feira, 4. O encontro reforçou sua articulação para o Supremo Tribunal Federal (STF), depois da indicação por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Entre os participantes da conversa, estavam Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho, e Sérgio Nobre, dirigente nacional da Central Única dos Trabalhadores. Durante a reunião, Messias reiterou seu compromisso em defender o sistema de proteção social e trabalhista garantido na Constituição.

Os presentes destacaram a atuação de Messias em defesa dos direitos trabalhistas e sindicais à frente da AGU. Além disso, prometeram apoio à indicação do ministro para uma vaga no STF. O gesto também serviu como sinalização ao segmento sindical e trabalhista.

Sabatina de Messias do STF

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, em alusão à matéria sobre os PMs que aguardam julgamento na Corte; Moraes
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília | Foto: Wallace Martins/STF

A sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, ficará para 2026. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 4, pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

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O adiamento da sabatina para 2026 ocorre depois de uma série de entraves políticos e da ausência da indicação formal por parte do Palácio do Planalto. Inclusive, a não formalização do nome de Messias por parte de Lula levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a cancelar o cronograma de votação previsto para a próxima semana.

Alcolumbre criticou a falta de comunicação oficial do Executivo, ao afirmar que o Senado não pode trabalhar “às cegas” e apontar “omissão grave e sem precedentes” por parte do Planalto ao não enviar o ato de indicação.

Leia também: “O amanhã do Supremo”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 299 da Revista Oeste

2 comentários
  1. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Óbvio para quem foi servidor da Dilma, cúmplice de Lula e da esquerda, este Sr sempre terá apoio dos sindicatos. 😜

  2. Antônio Luiz Pigozzo
    Antônio Luiz Pigozzo

    Ainda bem que sindicalista não votam, os critérios da escolha de ministra não levam em conta o natavel saber jurídico, nem conduta ilibada, e sim a influência política, ser amigo do Rei.

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