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Política

Se Moro for declarado parcial, Lava Jato pode virar Mãos Limpas, diz Fachin

Na segunda-feira, ministro anulou as condenações impostas ao ex-presidente Lula

Ministro Edson Fachin durante sessão plenária do STF | Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF

O relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Edson Fachin, disse que, se o ex-juiz Sérgio Moro for declarado parcial, a investigação terá o mesmo fim que a Operação Mãos Limpas teve na Itália.

Na segunda-feira 8, Fachin anulou as condenações impostas ao ex-presidente Lula em um esforço para esvaziar as discussões sobre a suspeição do ex-magistrado, mas o tema foi pautado pelo ministro Gilmar Mendes. Após pedido de vista do ministro Nunes Marques, o julgamento foi suspenso.

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Leia mais: “Rosa Weber suspende julgamento que questiona decretos de Bolsonaro sobre armas”

Em entrevista ao Jornal O Estado de S. Paulo publicada neste sábado, 13, ele disse que a história da investigação vai depende do que for decidido nos próximos dias ou meses.

“Se continuar no caminho de entender que há suspeição, a história da Lava Jato será a história do que aconteceu com as Mãos Limpas na Itália. É a história de uma derrocada, em que o sistema impregnado pela corrupção venceu o sistema de apuração, de investigação e de condenação dos delitos ligados à corrupção”, destacou Fachin.

A Operação Mãos Limpas foi uma investigação que desvendou um esquema de corrupção na Itália. Foram investigadas mais de 6 mil pessoas, incluindo empresários e parlamentares. A operação, no entanto, foi desmontada antes de completar três anos, após a eleição de Silvio Berlusconi.

13 comentários
  1. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Sei…. e porque colocou o país e Dr. Sérgio Moro nesta situação????

  2. manoel miranda guzella abreu
    manoel miranda guzella abreu

    Temos que nos preparar para o ano próximo através da nossa arma maior, mais letal: a rede social; fazermos uma campanha em massa contra os deputados federais (364 traidores da nação brasileira) a favor da prisão do dep. Daniel e os senadores coniventes. Precisam serem destruídos. Assim seremos o protagonista dessa história.

  3. manoel miranda guzella abreu
    manoel miranda guzella abreu

    Já chegamos ao final do túnel. Daqui pra frente vai precisar ser no confronto direto. População x Supremo, População x Congresso, e por aí afora. Infelizmente nós cidadãos que com os impostos que pagamos, bancamos toda a festa do boi, estamos sozinhos… Somos nós e nós.

  4. Ricardo G. Filho
    Ricardo G. Filho

    Pena que as nossas FAs não tenham mais a mesma coragem de antes – somos hoje vítimas da ditadura de toga.

  5. Adelmo Sérgio Pereira Cabral
    Adelmo Sérgio Pereira Cabral

    Difícil de entender. Pq esse cabeça de frutas decidiu anular as condenações e os processo do ladrão. Conversa pra boi dormir essa de que foi para salvar a lava—jato

  6. Maria Da Gloria G Moreira
    Maria Da Gloria G Moreira

    Só depois de liberar o Lula o ministro se deu conta disso?

  7. Fausto Góes Fontes Neto
    Fausto Góes Fontes Neto

    O objetivo dessa decisão foi claramente viabilizar um candidato de esquerda. O problema é que, para isso, seria necessário colocar culpa em alguém (o fraquinho do Moro); por isso o juizin fachin começa a amenizar a própria decisão, já que sabe do problema em transformar um bandido em presidente e encarcerar um dos responsáveis pela maior ação anticorrupção que o país já teve. Acredito que no final o Moro ficará tranquilo e o bandido carniça seguirá candidato. Uma absoluta falta de lógica, coisa bem recorrente na casa dos 11 pilantras.

  8. Arlete Pacheco
    Arlete Pacheco

    LAMENTÁVEL QUE, COM A IDADE QUE TEM, ESSE MINISTRO NÃO SE ENVERGONHE DE TER JOGADO SUA FIGURA PARA O LIXO DA HISTÓRIA. EM RESPEITO À PRÓPRIA IMAGEM DEVERIA REQUERER SUA APOSENTADORIA!!! TCHAU QUERIDO!!!

  9. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    👹 Se, nos julgamentos em São Paulo, houverem condenações, anular-se-ão as condenações também.

  10. Jose Angelo Baracho Pires
    Jose Angelo Baracho Pires

    Se o senado da republiqueta não intimida esses déspotas sem esclarecimentos, retornamos às ruas neste domingo 14.03, acabando com o conluio que restou, entre o legislativo e o STF, parte ínfima do judiciário que muito prezamos.
    Qdo em 2.013 fomos às ruas, tiramos o executivo da trama sórdida, perpetrada desde a revolução comunista de 1.988.
    Nas calçadas sem aglomeração, ou mesmo em frente às regionais das FFAA nas capitais, igualmente sem aglomerações, daremos o ultimato, o último e objetivo recado de que a Pátria não é dos comunas protegidos.

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