Pesquisas divulgadas na semana passada revelam que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reforçou um problema recorrente para a disputa pelo Palácio do Planalto: a rejeição ao petista, entre os evangélicos, segue em alta. O público mais conservador rejeita as políticas de governo da esquerda identitária e prefere apoiar candidatos mais à direita ou mesmo do centro.
Além disso, os dados também mostram que Lula aparece estagnado ou em queda, enquanto seu principal adversário, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registra avanço. Os números mostram um cenário preocupante diante da proximidade das eleições de outubro.
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Uma nova rodada do Datafolha será divulgada na quinta-feira 5. Assessores do presidente, porém, não esperam mudança relevante no quadro, de acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
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A avaliação interna ficou ainda pior depois do desfile da Acadêmicos de Niterói no Sambódromo, que teve uma ala que criticava a família tradicional conservadora. Os evangélicos, é claro, não gostaram e a associaram a Lula, o homenageado do samba-enredo da escola.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social do Planalto, Sidônio Palmeira, além de integrantes da cúpula do PT, considerou o episódio prejudicial para a imagem do presidente. A leitura é que o evento pode ampliar o desgaste com o público evangélico.
Desgaste de Lula entre evangélicos
A dificuldade do governo nesse segmento não é recente. O problema já era visível na eleição de 2022 e praticamente não mudou desde então. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, evangélicos representam 26,9% da população brasileira. Apesar disso, o grupo tem capacidade de mobilização considerada superior ao tamanho demográfico.
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O PT tentou reduzir a resistência, mas sem resultados expressivos. Entre as iniciativas, estão:
- Recepção a líderes evangélicos, como os bispos Manoel Ferreira e Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus;
- Cerimônia no Palácio do Planalto para a sanção do Dia Nacional do Gospel, com participação de pastores;
- Indicação do advogado evangélico Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal
Mesmo com esses movimentos, o governo ainda não conseguiu reduzir a rejeição no segmento. Integrantes do Planalto tratam o tema como relevante para a disputa eleitoral de 2026.






































Jorge messias evangélico ? Kkkkkk essa sujeito é malandro ,nunca viveu o evangelho
lula, se Flavio Bolsonaro seguir como candidato, procure o Malafaia e a Michelle, provavelmente esses lideres evangelicos lhe darão apoio.
Se o brasileiro tivesse dignidade a rejeição desse comunista cachaceiro e sua quadrilha (assim como seus puxadinhos) seria de 100%
NÃO SE TRATA MAIS DE REJEIÇÃO E SIM DE NEGAÇÃO !