publicidade
Política

PSOL oficializa 'pobre de araque' Guilherme Boulos para Prefeitura de SP

Ex-líder do MTST formará chapa com Luiza Erundina, fez evento em comunidade, mas não é bem o que parece.

guilherme boulos, psol, eleições 2020, prefeitura de são paulo
Guilherme Boulos: o pobre cujo pai ganha parcos R$ 32 mil ao mês | Foto: Reprodução

Ex-líder do MTST formará chapa com Luiza Erundina, fez evento em comunidade, mas não é bem o que parece

guilherme boulos, psol, eleições 2020, prefeitura de são paulo
Guilherme Boulos: o pobre cujo pai ganha parcos R$ 32 mil ao mês | Foto: Reprodução

O ex-líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e ex-candidato à presidência Guilherme Boulos foi oficializado neste sábado como candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Receba nossas atualizações

Ele terá como vice a ex-prefeita da capital paulista e atual deputada federal Luiza Erundina, numa chapa “puro sangue”.

A convenção foi realizada de forma presencial — ainda que Erundina e o deputado Ivan Valente, figuras importantes da legenda, tenham aparecido por vídeo por pertencerem ao grupo de risco do coronavírus por serem idosos — em um campo de futebol de várzea de uma comunidade em Campo Limpo, na zona sul de São Paulo.

Boulos marcou o evento ali por alegar que mora perto do local, dando a entender que pertence à comunidade.

Pode até ser. Mas aparentemente, quando faz seus discursos carregados de maneirismos populares, esquece de onde veio.

Filho de dois médicos e professores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), só o pai dele, Marco Boulos, em dezembro de 2019, recebia, como aposentado, mas de R$ 32 mil ao mês. O salário do governador João Doria no mesmo período era de pouco mais de R$ 23 mil.

guilherme boulos, psol, eleições 2020, marcos boulos, prefeitura de sp
Na Transparência da USP é possível saber que o professor aposentado Marcos Boulos, pai de Guilherme Boulos, recebia R$ 32 mil ao mês em dezembro de 2019 | Foto: Reprodução

Com a boa vida, Boulos estudou em escolas particulares e se formou na própria USP, em filosofia. Depois, fez especialização em psicologia clínica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde um curso não sai por menos que R$ 1,5 mil ao mês.

“Tem opções que a gente faz que são opções da nossa vida. Meus pais me deram uma formação humanista, solidária”, contou o candidato ao ser oficializado.

E ele fez a opção de ir invadir propriedades privadas para, mais tarde, transformar isso numa plataforma política, fingindo ser parte de um movimento e de uma classe social que nunca foi, de fato, a dele.

Ser rico (pobre ou de qualquer classe social) não é defeito. Ser desonesto para ganhar votos é.

8 comentários
  1. Barros

    Que maravilha! Mais um palhaço candidato, fadado a fragorosa derrota. Vocês não conseguem enganar mais os eleitores não, seu m*&$#.

    1. Gorete Veras
      Gorete Veras

      Descordo da posição, se fosse puramente um Trabalho ele não se desgastava tanto, bastava os Pais se valer de suas influências, os colocavam lá dentro dos Hospitais da USP, já que tem formação suficiente para ocupar um cargo em uma funcão que lhes renderia uns 20mil, sem muitos esforços, e logo se tornaria um profissional renomado, assim como seus Pais.
      O que se torna difícil para o povo Brasileiro é entender, porque uma pessoa que nasceu privilegiado financeiramente tenha feito uma opção tão degradante para o entendimento do povo.
      Basta as pessas entnder que questões filosóficas, além de ser rico existe sim. O problema é que maioria dos Brasileiro ância por ser rico isso se tornou a principal filosofia do povo Brasileiro, aí se contenta em ser explorado e nem se da conta. Assim passa a não aceita que um rico queira pertencer ao mundo pobre miserável.
      Para os realmente pobres, é um orgulho de ter um rico infiltrando-se no mundo pobres e miseraveis que ância por uma vida justa, pois só assim terá alguém ali no seu meio que tem condições de lutar pela classe pobre misesaravel enquanto os ricos só querem cada vez mais sugar o sangue e suor dos miseráveis. Sorte do povo ter o Boulos, e sorte do Boulos ter uma família que o apoie e que de certa forma o financie, porque jamais um pobre/miserável iria conseguir bancar uma campanha para concorrer a prefeitura da São Paulo por mais simples que seja, os gastos depende recursos.

    2. Lino
      Lino

      O Povo brasileiro quer viver como um americano , mas vota como Venezuelano, que pena !!!!

  2. Pedro Campos Coutinho
    Pedro Campos Coutinho

    Este aí é o retrato fiel, com o perdão da redundância, do demagogo esquerdista. Alguém minimamente sério imagina o desastre que seria esse desocupado ser prefeito da maior cidade do país? Na verdade nem ele quer ser eleito, a última coisa que esse pilantra quer é trabalho.

    1. Alessandra Regina da Silva Ghiraldelli
      Alessandra Regina da Silva Ghiraldelli

      Esse candidato se ” identifica” com a comunidade, mas dorme em berço de ouro. Ah! Me poupe de tanta demagogia! E essa Erundina, então? Já foi Prefeita de SP tão ruim quanto o poste do presidiário. Chega a embrulhar o estômago o discurso desses caras!

  3. Silvio Tadeu De Avila
    Silvio Tadeu De Avila

    Vamos medir a qualidade do povo de São Paulo, pela quantidade do votos que fizer essa dupla ridícula e lamentável.

  4. Ruy Quintão
    Ruy Quintão

    A chapa pode ser “puro sangue” mas, que sangue, hein?!
    Tô fora!

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.