Depois de Aécio Neves, mais um dirigente do PSDB se manifestou diante da ação promovida pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que resultou nas filiações de seis deputados estaduais tucanos em São Paulo. O presidente do diretório paulista do PSDB, Paulo Serra, fez questão de tornar pública a sua insatisfação.
“Lamento profundamente a forma desrespeitosa de cooptação de quadros”, disse Serra, em nota enviada a Oeste na noite desta quinta-feira, 5. “Esse tipo de ‘canibalismo’ dentro da base do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), ao meu ver, em nada ajuda na construção de um projeto nacional de centro.”
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Em outro trecho da nota, Serra, que também exerce o cargo de vice-presidente nacional do PSDB, aproveitou para lembrar que o partido de Kassab integra a gestão petista na esfera federal. Atualmente, o PSD conta com três ministros no governo Lula: Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), André de Paula (Pesca) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).
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“Importante destacar que o PSD é da base do PT no governo federal e contribui com um modelo de governo que não funciona mais”, criticou Serra. “Isto, certamente, poderá ser explorado na campanha eleitoral daqueles que escolhem o caminho temporariamente mais fácil.”
Com movimento do PSD, de Kassab, PSDB, de Paulo Serra, encolhe na Alesp
De uma vez só, o PSD anunciou, nesta quinta-feira, as filiações de seis deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp):
- Analice Fernandes;
- Maria Lúcia Amary;
- Rogério Nogueira;
- Mauro Bragato;
- Barros Munhoz; e
- Carlão Pignatari.
Todos eles integravam o PSDB. Além do sexteto que deixou o tucanato, o PSD filiou o deputado estadual Dirceu Dalben, que estava no Cidadania.
Dessa forma, a bancada do PSDB na Alesp se torna uma dupla, sendo representa apenas por Bruna Furlan e Carla Morando.
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