O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, esteve recentemente em Nova York, nos Estados Unidos. Ele participou da sessão regular do Painel de Auditores Externos da Organização das Nações Unidas (ONU). O ministro viajou em companhia de assessores.
A missão, entre os dias 24 e 25 de novembro, reuniu membros das instituições superiores de controle. O grupo inclui Alemanha, China, Índia, Reino Unido, entre outros países. O encontrou debateu auditorias externas da ONU. Segundo o TCU, Rêgo ocupa a vice-presidência do painel. Desse modo, destacou os desafios financeiros e de governança a que está sujeita a organização.
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TCU: críticas pelos gastos
A agenda incluiu também, dias antes, a 41ª reunião do Grupo Técnico do Painel, entre 19 e 21 de novembro. Na oportunidade, um diretor de auditoria externa representou o Brasil. Ele coordenou, diz o órgão, temas relativos principalmente à padronização atuarial, transição de auditores externos e harmonização das normas contábeis.
Apesar da justificativa institucional para a participação nesses fóruns internacionais, críticos questionam o elevado volume de viagens e o uso de recursos públicos. Até outubro de 2025, os R$ 8,3 milhões gastos resultaram em R$ 4,8 milhões com diárias e R$ 3,4 milhões com passagens. Do total, R$ 1,6 milhão atenderam à agenda de Vital do Rêgo, que passou mais de 110 dias fora do país.
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Além da legitimidade técnica da participação em eventos internacionais, discute-se sobretudo o retorno. Opositores dizem ter dúvidas sobre o equilíbrio entre os benefícios desses compromissos e, assim, o custo elevado para os cofres públicos.
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