Parlamentares apontam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como o principal nome para articular a direita nas eleições presidenciais de 2026, especialmente diante da ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Levantamento divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Ranking dos Políticos, em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), indica que, embora Tarcísio concentre a maioria das indicações, a tendência é de que a direita chegue fragmentada ao pleito.
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Entre os senadores, 44,5% citaram Tarcísio como o líder mais promissor para o campo da direita, seguido de Eduardo e Michelle Bolsonaro, ambos com 14,8%, e Ratinho Júnior, com 7,4%.
Parlamentares indecisos somaram 18,5%. Apesar do reconhecimento, 67,3% dos deputados e 63% dos senadores avaliam que a direita chegará dividida em 2026, com candidaturas variadas e múltiplos polos concorrentes.
Mudanças no cenário e nomes em ascensão
Na comparação com a pesquisa realizada em julho de 2023, Tarcísio manteve posição de destaque, enquanto Michelle Bolsonaro apresentou leve crescimento e Romeu Zema perdeu visibilidade.
Já nomes como Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Flávio Bolsonaro (PL), citados no ano anterior, deixaram de aparecer entre as opções dos entrevistados neste novo levantamento.
Questionados sobre a possibilidade de uma candidatura única capaz de unir a direita, 56,1% dos deputados e 55,6% dos senadores apontaram Tarcísio.
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Entre deputados e senadores, Ratinho Júnior ficou em segundo lugar, com 15% e 11,1%, respectivamente; já 11,2% dos deputados e 7,4% dos senadores lembraram de Michelle Bolsonaro.
Outros nomes, como Caiado, Zema e Eduardo Bolsonaro, tiveram índices inferiores.
Fragmentação e seus possíveis efeitos
Nomes como Caiado veem a multiplicidade de candidaturas de forma positiva e argumentam que a presença de vários opositores pode diminuir as chances de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ratinho Júnior, que não foi citado na pesquisa de 2023, superou Zema e Caiado no levantamento mais recente.
Leia também: “As vítimas dos usuários de informação”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 295 da Revista Oeste









































TARCISIO não é DIREITA! pra tarcisio “dinheiro é dinheiro, dinheiro nao tem carimbo” logo nao importa quem lhe de dinheiro e de onde veio o dinheiro, se veio de país comunista, do PCC, CV, ou do povo trabalhador. TARCISIO é MDB e PSDB, e se der um passo errado ou desobedecer esse povo vai acabar com ele, Xandao que era do PSDB vai botar ele facil facil no pacote golpe de estado
A direita, ou raciocina coma a “cabeça” deixando os”Eu”, ou novamente entregará o poder ao STF.
Eduardo Leite na corrida presidencial? Aff!
1) Não representa a direita
2) Na pandemia foi um autoritário arrogante sem empatia
3) demonstrou ser um incapaz na prevenção de enchentes e na gestão do desastre no RS
4) fugiu do apoio ao combate do narcotráfico na reunião da semana anterior no RJ