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Política

‘Perde o pacto constitucional’, diz líder do PT no Senado, sobre rejeição de Messias

Jaques Wagner afirma que escolha de ministro do STF não deve ser campo de 'disputa política'

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O senador Jacques Wagner (BA), líder do PT no Senado, criticou a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), em votação no Senado nesta quarta-feira, 29. Em publicação no X, ele disse que “a nossa disputa política possui outros territórios para acontecer que não a escolha de um ministro ao STF”.

Wagner afirmou que a indicação de ministros da Corte é uma atribuição do presidente da República prevista na Constituição e insinuou que essa prerrogativa foi desrespeitada. No Brasil, cabe ao chefe do Executivo indicar nomes para o STF, enquanto o Senado tem a competência de sabatinar e decidir pela aprovação ou rejeição dos indicados.

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“A prerrogativa presidencial de indicar ministro do Supremo é uma garantia constitucional”, escreveu o senador. “Falo isso com a tranquilidade de quem respeitou essa garantia frente a um governo do qual eu era oposição.”

messias
O advogado-geral da União, Jorge Messias, durante sabatina, no Senado, para o cargo de ministro do STF – 29/4/2026 | Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo

Senador compara sabatina de Messias com a de Nunes Marques e Mendonça

O petista citou as indicações feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que resultaram nas nomeações de Nunes Marques e André Mendonça. Segundo ele, à época, houve respeito institucional ao processo. “Tiveram suas trajetórias respeitadas. O ex-presidente teve sua prerrogativa reconhecida, como deve ser”, alegou.

Ao comentar a rejeição de Messias, Wagner afirmou que o indicado “é um homem honrado e cumpre todos os requisitos constitucionais exigidos”. Para o senador, a decisão do Senado extrapola o campo político. “Jorge Messias não perdeu a indicação ao Supremo. Quem perdeu foi o pacto constitucional, foi a Nova República. Foi o Brasil.”

A rejeição de Jorge Messias durante a sabatina no Senado foi a primeira em 132 anos.

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11 comentários
  1. Silas
    Silas

    Será que esse cara pensa mesmo que alguém com o mínimo de discernimento crítico acredita nesse papo dele?! Ele só pode estar de brincadeira com o “afegão médio”.

  2. ELIAS
    ELIAS

    Alguém avise ao líder petista que da mesma forma que o presidente tem a prerrogativa de indicar, o Senado tem a de rejeitar. A excepcionalidade do ato ora havido, está consoante com o questionável “saber juridico” do indicado e também do “caráter ilibado”. Ademais, as relações de íntima amizade com o “estafeta Bessias” são desabonadoras para um cargo tão relevante.

  3. Edson TC
    Edson TC

    Então, que o Luladrão indique um Juiz de carreira que esteja dentro da idade, mas que já tenha galgado os mais altos cargos na magistratura e, pare de ficar indicando cuspinhas, como foi com Toffoli (advogado do sindicato e que nunca foi Juiz); Dino (que apesar de Juiz, sempre foi politico e nunca um magistrado de verdade); Zanin (defensor das causas indefensáveis do molusco). Isso é estar de acordo com o tal “Pacto Constitucional”.

  4. Gustavo Sciarra
    Gustavo Sciarra

    Vejo que esse fim de semana o rio vai transbordar com tantas lágrimas…o xororô de esquerdistas vai ser pesado.

  5. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    Pacto constitucional é com as partes honestas, sérias e patriotas.

  6. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Esse corrupto de carteirinha apanhou da mula analfabeta até se urinar todo kkkk

  7. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Fecharam a porteira da politica no stf

  8. Augusto Nense
    Augusto Nense

    Ai ai…será que ele acha que com esse papinho enganha alguém?

  9. Celso Eveling Caetano
    Celso Eveling Caetano

    O descondenado quer colocar só amigos na corte, e o notório saber jurídico que se dane. Ministro deveria ter como prerrogativa principal, ser juiz de carreira.

  10. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    A esse sujeito que diz que o cara cumpre todos os requisitos (notório saber jurídico e reputação ilibada) e que não sabe que o Senado tem o dever de aprovar ou não a indicação, caberia uma medalha e um troféu “Perdeu, mané”, que ainda não existem, mas começam a ter razão para existir.

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