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Política

STF dá 48 h para sete tribunais esclarecerem pagamentos de penduricalhos

Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino ameaçaram afastar os presidentes das cortes, em caso de descumprimento

Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes; todos eles já entraram em embates contra Bolsonaro | Foto: Reprodução
De acordo com os despachos, as instituições deverão informar os valores e as verbas pagas entre abril e julho | Foto: Reprodução

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, deram 48 horas para que os presidentes de sete tribunais de justiça expliquem o pagamento de verbas indenizatórias que ultrapassam o teto constitucional

Nesta segunda-feira, 6, os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deram 48 horas para sete tribunais de justiça explicarem pagamentos de “penduricalhos” (verbas indenizatórias que ultrapassam o teto constitucional), em descumprimento a ordem do STF.

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Eis a lista das cortes intimadas:

  • Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios;
  • Tribunal de Justiça de Goiás;
  • Tribunal de Justiça do Maranhão;
  • Tribunal de Justiça do Paraná;
  • Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro;
  • Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte; e
  • Tribunal de Justiça de Rondônia.

Segundo reportagem citada pelos magistrados, os pagamentos fora do teto chegaram a aproximadamente R$ 500 mil em alguns casos, ultrapassando o que o STF definiu — pela regra, a remuneração poderia alcançar, no máximo, R$ 78,5 mil.

Punição por falta de explicação sobre penduricalhos

Caso os tribunais não obedeçam à ordem do STF, os presidentes das cortes poderão ser afastados imediatamente dos cargos de direção, além de responderem nas esferas penal, civil e disciplinar.

De acordo com os despachos, as instituições deverão informar os valores e as verbas pagas a cada magistrado da ativa e aposentado, além de pensionistas, entre abril e julho de 2026.

Elas também deverão discriminar as parcelas remuneratórias e indenizatórias e anexar aos autos as folhas de pagamento referentes ao período.

Leia também: “Babá do Brasil”, reportagem publicada na Edição 329 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Paulo Roberto Taveira
    Paulo Roberto Taveira

    Bando da salafrários ! Todos ! Em todas as instâncias!

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