A direção nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) parabenizou o advogado-geral da União Jorge Messias por sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A entidade afirmou que a escolha tem “significado especial” para a advocacia, destacando que Messias é advogado de carreira, com trajetória no serviço público, e que sua presença no STF reforça o “diálogo institucional e o papel da profissão no sistema de justiça”.
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O Conselho Federal disse confiar que Messias demonstrará, na sabatina do Senado, a legitimidade de sua trajetória. A OAB também lembrou ações conjuntas com o indicado, como a defesa dos honorários da advocacia privada no Supremo.
A indicação de Messias ao STF

Nesta quinta-feira, 20, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Jorge Messias para ser ministro do Supremo Tribunal Federal. Agora, com a confirmação da indicação do petista, será necessário o aval de 41 dos 81 senadores para o atual chefe da AGU ser efetivado como o mais novo integrante do STF.
Ainda não há previsão de quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), vai liberar o tema para análise da Comissão de Constituição e Justiça e, posteriormente, para o plenário da Casa.
Com 45 anos, Messias poderá trilhar carreira como ministro do Supremo durante três décadas. Pelas regras atuais, ele terá de se aposentar compulsoriamente da toga em 2055, quando completará 75 anos.
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Messias é a escolha de Lula para ocupar a vaga aberta por Luís Roberto Barroso, ex-presidente do STF, que anunciou a aposentadoria, mesmo podendo ficar na Corte até 2033. O juiz do STF permaneceu no tribunal por 12 anos.
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) também era um dos favoritos pela vaga, por ser o candidato de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin — os quatro estiveram com Lula, na semana passada, e sinalizaram ao petista a preferência pelo congressista.
Leia também: “A captura do Estado pelo petismo”, reportagem de Edilson Salgueiro na Edição 292 da Revista Oeste





































É mesmo um ESPANTO! Cadê o “notável saver jurídico”desse sujeito. E a OAB aplaude. Vergonha Suprema!