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Política

No passado, Lewandowski devolveu mandato de Domingos Brazão

Ex-ministro impediu a cassação do então deputado estadual em 2011

Lewandowski ainda votou contra a perda da inelegibilidade de Brazão | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Lewandowski assume a pasta no lugar de Flávio Dino, que deixou o cargo oficialmente na quarta-feira 31 e assumirá como ministro do STF em 22 de fevereiro | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski devolveu o mandato Domingos Brazão como deputado estadual.

Nesta terça-feira, 23, Brazão foi delatado pelo ex-policial militar Ronnie Lessa como mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco.

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Em 2010, o então deputado estadual pelo PMDB-RJ havia sido acusado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por abuso de poder econômico, captação ilícita de voto e conduta vedada a agente público (quando afeta a igualdade de oportunidades entre os candidatos).

Na ação, o agora delatado como mandante do assassinato de Marielle havia afirmado que a conduta ilegal teria acontecido na fase pré-eleitoral. Nesse caso, segundo ele, a Lei da Ficha Limpa não poderia ser aplicada para as eleições. 

Leia também: “Acusado de matar Marielle Franco fecha acordo de delação com a PF, afirma jornal”

Na decisão que o livrou da cassação, Lewandowski concordou com ele e ainda afirmou que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) havia desconsiderado essa jurisprudência.  

“Não há que falar, portanto, em cassação de mandato por abuso de poder em processos regulados pela redação original da Lei Complementar 64/1990, nos casos em que a decisão é posterior à diplomação”, afirmou Lewandowski, na decisão. “Tampouco pode-se falar em inelegibilidade de oito anos para a hipótese dos autos, uma vez que o prazo da redação original cingia-se a três anos.”

Quem é Domingos Brazão, salvo por Lewandowski e delatado como mandante do crime que matou Marielle

Domingos Brazão
O ex-policial militar Ronnie Lessa delatou Domingos Brazão como mandante do crime que resultou na morte de Marielle Franco | Foto: Reprodução/Twitter/X

Sempre filiado ao MDB, Brazão foi eleito deputado estadual no Rio por cinco mandatos consecutivos. Ele assumiu o cargo pela primeira vez na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em 1999. 

Leia também: “Lula diz que ‘gente’ de Bolsonaro matou Marielle Franco”

Brazão abandonou a função parlamentar em abril de 2015, quando assumiu o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

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2 comentários
  1. Rosane Paiva Castôr Costa
    Rosane Paiva Castôr Costa

    SÓ QUERO SABER SE CAO REOARAR OS DANOS MORAIS QUE CAUSARAM BA VIDA DE BOLSONARO E DA FAMÍLIA . OU SE A JUSTIÇA NO BRASIL SÓ FAVORECE UM LADO

  2. Rosane Paiva Castôr Costa
    Rosane Paiva Castôr Costa

    SÓ WUERO SABER SE VSO REPARAR OS DANOS MORAIS QUD CAUSARAM NA VIDA DE BOLSONARO D FAMILIA

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