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Política

Mudança na bula da cloroquina foi comentada por médica Nise Yamaguchi, diz Barra Torres

Diretor-presidente da Anvisa confirmou ter participado de encontro no Palácio do Planalto em que o tema foi abordado

Médica Nise Yamaguchi | Foto: Reprodução/Jovem Pan

O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, confirmou nesta terça-feira, 11, ter participado de um encontro no Palácio do Planalto em que se discutiu a possibilidade de mudar a bula da cloroquina para que o medicamento fosse recomendado para o tratamento da covid-19.

“Esse documento foi comentado pela doutora Nise Yamaguchi, o que provocou uma reação, confesso, um pouco deselegante. A minha reação foi muito imediata, de dizer que aquilo não poderia ocorrer”, afirmou em depoimento na CPI da Covid. O representante da Anvisa pontuou, no entanto, não ter a informação de quem era o autor da minuta.

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“Só quem pode modificar a bula de um medicamento registrado é a agência reguladora daquele país, desde que solicitado pelo detentor do registro”, pontou. “Quando houve uma proposta de uma pessoa física de fazer isso, me causou uma reação brusca”, disse.

Além da médica Nise Yamaguchi, Barra Torres lembra de estarem no encontro o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o então ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, e mais um médico de quem não recordou o nome.

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10 comentários
  1. liberlive
    liberlive

    Washington Oliveira
    11 MAIO 2021 ÀS 22:1 Que deplorável um comentarista xenófobo mentiroso , criminoso e burro! ela é de origem japonesa! como o pessoal da revista oeste não verifica quem é este perfil infiltrado … um doente mental a soldo de partido politico no mínimo! trabalha pra semear a cizânia.. um filho de satanás!

  2. Jose Angelo Baracho Pires
    Jose Angelo Baracho Pires

    Pela primeira vez em toda a minha existência, vejo um líder ser fiscalizado, escrutinado, e até VALORIZADO desproporcionalmente em relação a outros políticos, como é o Capita JAIR MESSIAS BOLSONARO.
    Bom para todos nós. Apesar de que, ser amigo Dele, ser parente Dele, votar Nele, passou a ser um risco seríssimo, já que o cara é perseguido o tempo todo.
    Bom para todos nós porque isto não existia no Brasil!!! Existia um conluio entre os 3 poderes desde a revolução comunista de 1.988, totalmente acobertado por uma imprensa, que enfim, à partir de 2.018, exatos 30 anos após a trama sórdida combinada, resolveu trabalhar neste quesito. Antes roubavam e a imprensa, bem como uma nata de artistas, levavam um “naco” do roubo.
    Hoje como o dinheiro dos impostos, na medida do possível, é convertido em obras, esses crápulas acostumados com dinheiro fácil, trabalham contra a maré.
    Sem recuo.
    O povo acordo, a farsa em breve chegará ao fim.
    Triste fim, em que para se despedirem convocam atores como Renan Calheiros, hoje um queridinho dessa esquerda corrupta.
    VAGABUNDOS.
    Não receite prá essa corja Hidrocloroquina Drª Nise Yamaguchi. Receite veneno.

  3. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Neste pais a dra. Nise vai virar a grande criminosa, mesmo tendo salvado muitas vidas. Dá para entender? Quando vai acabar esta palhaçada? Por que a boa imprensa não leva aos senadores sérios dessa CPI ELEITORAL DA PANDEMIA, matéria demonstrando a LETALIDADE média dos pacientes internados com COVID nos hospitais particulares, comparada ao dos hospitais públicos, especialmente em SP, centro de referência médica e hospitalar do pais?. Devo dizer que ouvi em Março/21 na BandNews entrevista do dr. Paulo Chap Chap dir. geral do hosp. Sírio Libanês relatando importantes resultados obtidos para os mais de 3500 INTERNADOS e com a baixa letalidade de 4% para o geral e 12% para os casos graves em UTI. Para tanto contratou e treinou mais de 700 profissionais de saúde e aumentou mais de 100 leitos, e dedicação dobrada.
    Ora, se os hosp. privados incluindo a Prevent Senior obtiveram aproximados resultados, por que os hosp. públicos estaduais e municipais que receberam generosas verbas do governo federal para COVID, especialmente em SP, por que é o estado com maior letalidade do pais?. Poderemos então concluir quem são os verdadeiros genocidas que nunca se preocuparam com a saúde pública.

  4. Leila Amorim Pereira
    Leila Amorim Pereira

    Mais um covarde!! Quer dizer que a comprovação de MILHARES DE CURADOS COM O TRATAMENTO PRECOCE no Brasil, mais de 10 mil médicos prescrevendo com SUCESSO, França, Israel, Espanha e ele NÃO concorda com o tratamento? É muita arrogância!!

    1. Leila Amorim Pereira
      Leila Amorim Pereira

      Meu pai com 76 anos, com 30% dos pulmões comprometidos foi curado com a CLOROQUINA+INVERMECTINA+ANTICOAGULANTE+VITAMINA D
      Meu irmão com 25% dos pulmões comprometidos, depois de 15 dias sofrendo, com apenas 3 dias já estava bem.
      Minha cunhada com 15% dos pulmões comprometidos, tb fez o tratamento e ficou curada. Será que os pacientes curados terão que depor dessa CPI??

  5. Gui
    Gui

    Pronto, agora já pode prender a dra. Nise e mandá la direto ao paredão? Pqp, nunca vi em toda minha vida um remédio ser colocado no banco dos réus como está sendo agora, de um dia para outro juizes e até políticos corruptos estão tutelando o que os médicos podem ou não prescrevem, agora todo médico quando for receitar um remédio deverá perguntar a si mesmo se esse remédio não foi citado pelo Bolsonaro, se a resposta for positiva então de imediato tal medicação não passa de um veneno mesmo que ele esteja no mercado há pelo menos 50 anos e sem informações de efeitos adversos relatados!

  6. Eliel De Torres
    Eliel De Torres

    Nossa, isso é um crime gravíssimo. Deveriam ser fuzilados em praça pública. Onde já se viu alterar a bula de um medicamento antigo para poder ser indicado para uma doença nova. Não tem cabimento.
    Roubar dinheiro destinado à saúde, isso sim, pode à vontade. Roubar a Petrobras, idem.
    O gente do inferno.

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