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Política

Mucio usa guerra no Irã para cobrar investimentos em defesa

Ministro acredita que o Brasil deve destinar ao menos 2% do PIB para a área, destacando que outras nações investem entre 5% e 7%

exército - josé mucio
O ministro da Defesa, José Mucio, durante a transmissão de cargo do Comando Militar do Nordeste - 19/01/2024 | Foto: Rafael Vieira/Estadão Conteúdo

O ministro da Defesa José Mucio afirmou nesta segunda-feira, 2, que o Brasil acompanha com atenção a escalada de tensão no Oriente Médio depois de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã e defendeu ampliação dos investimentos militares.

Segundo ele, o país destina atualmente cerca de 1% do Produto Interno Bruto à área, percentual que classificou como insuficiente. Múcio defendeu que o Brasil atinja ao menos 2%, destacando que outras nações investem entre 5% e 7%.

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“Nos preparamos para tempos difíceis, mas estamos torcendo sempre pela paz”, declarou.

O ministro argumentou que o fortalecimento das Forças Armadas é essencial para proteger o território e as riquezas nacionais, mesmo diante de prioridades como saúde, educação e habitação.

Mucio levou demanda a Lula depois de ataque no Irã

exército
Exército faz preparativos para o Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios – 7/9/2019 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mucio afirmou ter levado a preocupação diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teria concordado com a necessidade e autorizado a liberação gradual de recursos para projetos estratégicos.

Ele ressaltou que a diplomacia continua sendo o principal instrumento do Brasil na política externa, com a paz como objetivo final. A declaração ocorreu depois da a primeira cerimônia de incorporação de mulheres ao serviço militar inicial feminino.

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Ao todo, 1.467 mulheres serão distribuídas por 51 municípios de 13 Estados e do Distrito Federal: 157 na Marinha, 1.010 no Exército e 300 na Força Aérea.

O serviço é voluntário e garante às mulheres, ao completarem 18 anos, os mesmos direitos e deveres atribuídos aos homens.

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5 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Caro Múcio ( o emcima do muro) ninguém vai atacar o Brasil , por um motivo muito simples, usta muito caro um ataque é muito mais barato comprar os governantes, presidente, vice, ministros senadores deputados e juízes incluindo os do STF, ou seja fazer o que a China vem fazendo com muito sucesso

  2. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Que nada. As “forças armadas” do Brasil só servem para pintar meios-fios, e prender cidadãos pacíficos, desarmados e indefesos. Já se gasta muito com essa turma. Um país que assinou o tratado de não proliferação de armas nucleares a despeito do tamanho que tem, e da importância que deveria ter, abdicou de ter um papel importante no contexto internacional e não precisa de forças armadas. Melhor seria reduzir os investimentos que são um gasto absolutamente inútil em um país tão pobre.

  3. SIMÃO TANNUS TUMA MÉLO
    SIMÃO TANNUS TUMA MÉLO

    Péssima estratégia. Todo os investimentos deles, não serviu para nada.

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