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Política

MST pressiona governo Lula a assentar 100 mil famílias

Grupo invasor alega que há uma "paralisação da reforma agrária" na gestão petista

mst invasões embrapa pernambuco
Militantes do MST; grupo invasor está insatisfeito com Lula | Foto: Reprodução/Instagram/@movimentosemterrapernambuco

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou uma carta na sexta-feira, 24, pressionando o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a assentar 100 mil famílias em todo o Brasil.

O grupo invasor criticou a administração petista e contestou os dados de assentamentos divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Além disso, o movimento também criticou o Congresso Nacional pela “atuação perversa em defesa do agronegócio”.

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A carta, assinada pela coordenação nacional do MST, foi emitida depois de uma reunião de quatro dias em Belém (PA). O grupo alega que há uma “paralisação da reforma agrária” no atual governo, desafiando a eficácia de uma das principais bandeiras históricas do partido.

MST contesta informações do governo Lula

O Ministério do Desenvolvimento Agrário, liderado por Paulo Teixeira (PT), afirmou que 71,4 mil famílias foram assentadas ao longo de 2024. No entanto, o MST contesta esses números, alegando que não houve novos assentamentos criados em 2024.

Segundo o movimento, das famílias que o governo considera “assentadas”, apenas 38,9 mil passaram por um processo de regularização, o que o MST não reconhece como assentamento.

A carta também afirma que há “necessidade” de demarcar terras indígenas e reconhecer territórios quilombolas.

Críticas ao Congresso

O MST alega que a maioria do Congresso defende o agronegócio e faz do Poder Executivo “seu refém”, removendo e impedindo o avanço de políticas sociais.

O documento também expressa solidariedade a países como Cuba e Venezuela, além da Palestina, demonstrando um alinhamento ideológico.

Em janeiro, uma delegação do movimento participou da cerimônia de posse do ditador Nicolás Maduro na Venezuela.

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8 comentários
  1. Daniel BG
    Daniel BG

    Credo! É tudo de ruim para um país que realmente deseja a liberdade e a produtividade. O centrão não tem coração. Não ama. Brasil!

  2. Antonio Saggese Netto
    Antonio Saggese Netto

    Grupo ilegal, nem CNPJ e endereço tem. Atuam como terroristas, ameaçando proprietários/famílias, extorquido, depredando, pessoas que conquistaram suas propriedades com muito trabalho e esforço. Vândalos sem noção, que só existem se o pt estiver no poder. É preciso livrar o Brasil desse grupo definitivamente.

  3. Christian
    Christian

    Dáa para imaginar quanto o MST ganha de comissão para a transação de v=compra e venda de terras dos assentados…

  4. Andre del padre
    Andre del padre

    Grupo maldito, eu trabalho desde os 10 anos para ter um pequeno bem hj e sem ajuda de ninguém…todo mundo quer de mão dada, tem que criar uma lei para acabar com esses vagabundos…o Governo é o puteiro e o MST é as garotas de programa…só que a casa faliu…tem que trabalhar esses vagabundos…

  5. Robinson dos Santos Pereira
    Robinson dos Santos Pereira

    Já sabemos que os indígenas não utilizam as terras demarcadas porque não são mais nômades. Eles vivem nas regiões das reservas às margens das áreas urbanas. Outro ponto: o que aprendemos com a situação dos yanomamis? Terras para que? Para ter que depois mandar cestas básicas? Para dificultar o acesso à saúde? É preciso um debate mais claro sobre do que realmente precisam as nossas populações tradicionais. Foi nos governos anteriores do PT que o TCU bloqueou a compra de banheiros químicos por uma fortuna para serem instalados em áreas de quilombolas. Não parece incoerente demarcar terras extensas para populações tradicionais e manter banheiros químicos e cestas básicas? Então para o que servem as terras?

  6. Mario Hugo Ladeira Filho
    Mario Hugo Ladeira Filho

    Não são agricultores e sim terroristas!
    Dão terra e de lá nada sai.
    Ganham dinheiro para não incomodar o “Sistema”!
    É um “cala boca”!
    Enchem os bolsos pois são especialistas em chantagem com dinheiro público!

  7. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Assentar? Kkkk esses pilantras querem a destruição do agro

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