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Política

Monark quer tirar de seu julgamento Flávio Dino, a quem chamou de 'gordola'

Defesa afirma que o ministro tem um processo contra o influenciador e, por isso, é suspeito para julgá-lo

Monark
Morando desde setembro na Flórida, nos Estados Unidos, Monark se considera um perseguido político e acredita que se voltasse ao Brasil seria preso | Foto: Reprodução/Rumble

A defesa do influenciador Bruno Aiub, o Monark, pediu que o ministro Flávio Dino seja impedido de participar do julgamento de recursos para tentar reverter a multa de R$ 300 mil e o bloqueio de suas redes sociais. O julgamento dos recursos está previsto para começar nesta sexta-feira, 20, no plenário virtual da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa menciona um processo movido pelo ministro contra o influenciador. Dino alega ter sido vítima de calúnia, difamação e injúria. Ele foi chamado de “gordola” por Monark em uma transmissão ao vivo.

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O advogado Jorge Urbani Salomão, que representa o influenciador, afirma que o impedimento no caso “é tão elementar que dispensa maiores argumentações”.

“Negar que o voto a ser proferido pelo E. Min. Flávio Dino não poderá estar sujeito a influência extra-autos é negar, antes da lei, a vigência das razões de existência do ser humano”, afirmou o advogado.

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Monark recorre de bloqueio de redes e multas

Monark recorre do bloqueio decretado pelo STF contra seus perfis no Instagram, no Rumble, no Telegram, no Twitter e no Youtube. A decisão foi tomada depois que o influenciador levantou suspeitas sobre a transparência das urnas e questionou se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teria interesse em “manipular” as eleições.

Ao mandar tirar os perfis do ar, o ministro Alexandre de Moraes argumentou que a medida foi necessária para interromper a divulgação de “discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.

Monark foi multado depois de criar novas contas nas redes, burlando a restrição judicial. Moraes também determinou a abertura de uma investigação para analisar se houve crime de desobediência.

Depois de sucessivas multa e bloqueios, Monark se mudou para a Flórida, nos Estados Unidos. Ele se considera um perseguido político e acredita que se voltasse ao Brasil seria preso.


Redação Oeste, com informações da Agência Estado

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