Uma nota compartilhada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, nesta quinta-feira 11, trouxe esclarecimentos sobre a inspeção feita pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) na cela onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está detido, na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, desde 22 de novembro.
Bilynskyj realizou a vistoria na manhã desta quinta-feira, com o objetivo de averiguar as condições do ex-presidente.
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Segundo o deputado, Bolsonaro permanece isolado em regime de solitária e enfrenta “tortura” devido ao barulho contínuo do sistema central de ar-condicionado instalado próximo ao local onde dorme.
De acordo com a nota da assessoria de Bilynskyj, a visita recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e aprovação da Comissão de Segurança Pública da Câmara, presidida pelo próprio deputado.
O texto relata que Bilynskyj teve “acesso direto às dependências e ao entorno do local” e avaliou que não há condições para Bolsonaro continuar no regime fechado.
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Detalhes da visita do deputado
O comunicado descreve o ruído do ar-condicionado central da PF como “intenso e constante”, classificando o incômodo como “forma de tortura”.
Além disso, destaca que o espaço não oferece estrutura adequada para atividades físicas e é impróprio “para uma pessoa da idade dele e com suas comorbidades”.
“Cumpri meu dever constitucional de fiscalizar”, afirmou Bilynskyj em publicação no X, nesta quinta-feira, 12. “Segue abaixo meus esclarecimentos e a necessidade de retorno imediato de Jair Bolsonaro à prisão domiciliar.”
Deputado pediu a transferência de Bolsonaro
Bilynskyj pediu a transferência de Bolsonaro para prisão domiciliar e declarou que levará o caso aos deputados da comissão.
“A única alternativa viável seria o retorno do ex-presidente ao regime domiciliar para receber cuidados médicos”, afirmou o parlamentar em um trecho da nota.
Leia também: “A foto do regime”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 300 da Revista Oeste









































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