O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou sua decisão de manter a acareação sobre o caso do Banco, mesmo depois de solicitação contrária feita pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.
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O pedido de Gonet, enviado à Suprema Corte, buscava suspender o procedimento. A alegação é de que o momento da investigação não é adequado para o confronto direto entre os investigados.
Para o PGR, a acareação deveria acontecer só depois dos depoimentos formais, quando eventuais contradições ficassem evidentes. No entanto, Toffoli afirmou já existirem fundamentos suficientes para realizar a acareação nesta etapa, conforme informações da CNN Brasil. O processo tramita sob sigilo e a audiência virtual deve ocorrer em 30 de dezembro, durante o recesso do Judiciário.
Convocados por Toffoli e foco da investigação

Estão convocados para a acareação Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central. A iniciativa partiu diretamente do ministro Toffoli, sem pedido da Polícia Federal. O ministro centraliza no STF toda a investigação envolvendo o Banco Master e determinou sigilo sobre os autos.
Dados do Banco Central sugerem que o caso envolve um suposto rombo de R$ 12 bilhões em créditos inexistentes no balanço do Master, acusação negada pela instituição. O episódio ganhou notoriedade depois de fracassar a tentativa de venda do banco ao BRB, anunciada em março e vetada pelo Banco Central em setembro.
Em 18 de novembro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, coincidindo com a deflagração da operação Compliance Zero pela Polícia Federal, que prendeu Vorcaro e outros executivos.
Leia também: “Anatomia de uma fraude”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 301 da Revista Oeste
A conduta do Banco Central, em especial do diretor Ailton de Aquino, está em análise. Um ofício interno da autarquia, que registra videoconferência entre Aquino e Vorcaro em 17 de novembro, passou a ser peça central na defesa do banqueiro. O documento foi usado para enfraquecer a justificativa de risco de fuga, que originou a prisão preventiva, e contribuiu para a concessão de liberdade, com restrições, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Segundo Gonet, antecipar a acareação pode prejudicar a condução da investigação e não está conforme os critérios do Código Penal. A decisão sobre o pedido segue sob responsabilidade do Supremo Tribunal Federal.





































Kkkkk vão fazer acareação de um monte de descarados,caras de pau, que não tem vergonha alguma na cara! Depois que o PT voltou ao governo os corruptos tão dando risadas!
Mais teatro, estamos cansados dessas peças . O ministro deveria ser mais discreto na sua atuação
No fim o bandidinho vai mandar que se de 12 bi para o banco do ladrão e se restabeleça a operação.
Já virou zona
Após viajar em jatinho na companhia do advogado do mega fraudador Vorcaro e de determinar sigilo das investigações, Toffoli manda agora que seja feita uma acareação prematura e em desconformidade com as recomendações da PGR e da PF. Só reforça as evidências de que o objetivo é embaralhar as investigações e garantir que a impunidade prevaleça. Mais uma vez.