publicidade
Política

Banco Master: investigação deve permanecer no STF por mais 2 meses

Relator André Mendonça aguarda conclusão da Polícia Federal antes de decidir sobre foro privilegiado

andré mendonça
Fontes ligadas ao STF afirmam que outra autoridade com foro especial pode aparecer no relatório final | Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A investigação sobre as fraudes do Banco Master deve permanecer no Supremo Tribunal Federal (STF) por pelo menos mais dois meses. O prazo decorre da expectativa de conclusão das apurações conduzidas pela Polícia Federal (PF), informa o jornal O Estado de S. Paulo. O relator do caso, ministro André Mendonça, deverá analisar eventual presença de investigados com foro privilegiado apenas depois do relatório final.

+ Leia mais de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

O processo chegou ao STF a pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A solicitação ocorreu depois de documentos mencionarem o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA). Até o momento, a PF não teria encontrado elementos que comprovem a participação do parlamentar nas fraudes.

Deputado José Carlos Bacelar (PL-BA) denúncia rejeitada STF
O deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) é, oficialmente, o motivo de o caso Master tramitar no STF | Foto: Reprodução/portal Câmara dos Deputados

Banco Master e foro no STF

Fontes ligadas ao STF afirmam que outra autoridade com foro especial pode aparecer no relatório final. Caso isso ocorra, Mendonça deverá decidir se mantém o caso na Corte ou o envia à primeira instância.

Leia também: “Flávio afirma que Bolsonaro decidiu candidaturas do PL ao Senado; veja nomes

A mudança de instância costuma provocar paralisação temporária das investigações devido ao deslocamento do processo e de provas. Esse movimento pode atrasar a conclusão do caso.

Quando receber o relatório da PF, Mendonça encaminhará o material à Procuradoria-Geral da República, que deverá opinar sobre o foro adequado e avaliar a consistência das provas. Se entender que há elementos suficientes, poderá apresentar denúncia contra os investigados. Se o foro for deslocado, caberá ao Ministério Público da primeira instância analisar eventual acusação.

Leia mais: “CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de empresa ligada a Toffoli

Ainda segundo o Estadão, a investigação sobre o Banco Master deve permanecer sob sigilo. A avaliação interna considera que a divulgação de informações pode comprometer as apurações. O desfecho dependerá da conclusão do relatório final da PF.

Leia mais:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade