Durante sabatina, nesta quarta-feira, 29, o senador Magno Malta (PL-ES) confrontou o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, sobre o 8 de janeiro e o escândalo do Banco Master.
Malta disse que não é possível classificar o protesto de 2023 como tentativa de golpe de Estado, em virtude da inexistência de armas e de envolvimento das Forças Armadas.
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Na sequência, o congressista apontou para Késia Cunha, presente na Comissão de Constituição e Justiça, e observou que ela é filha de Clezão, envolvido no ato. “Ele morreu nas vísceras do Estado”, afirmou o senador.
O parlamentar lembrou ainda que, em uma entrevista, Messias se jactou de ter pedido ao ministro Alexandre de Moraes a prisão dos manifestantes.
“A Suprema Corte sobre a qual o senhor discorreu não existe nem no país de Alice”, disse Malta. “Temos uma Suprema Corte que é um grupo ideológico e malvado. Um grupo de militantes (…) Moraes é um violador de direitos humanos.”
Devido a todos esses argumentos, Malta sugeriu que Messias, ao colocar a toga sobre os ombros, será “outra pessoa”.
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Malta cita o caso Master a Messias

Na sessão, Malta citou o escândalo financeiro do Master e o envolvimento do banco com integrantes do STF.
“De que lado Vossa Excelência vai estar no STF?”, interpelou Malta, ao mencionar viagens de membros do tribunal em jatinhos de empresas ligadas a Daniel Vorcaro, assim como em companhia de advogados ligados ao ex-banqueiro.
Leia também: “O supremo estafeta”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 319 da Revista Oeste







































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