A escolha de Olavo Noleto para o comando da Secretaria das Relações Institucionais da Presidência da República marca uma das principais movimentações no governo de Luiz Inácio Lula da Silva diante das eleições de outubro.
Atualmente secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável, popularmente chamado de Conselhão, Noleto assume o cargo no lugar de Gleisi Hoffmann. A petista deixará o governo para buscar uma vaga no Senado pelo Paraná.
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A sucessão ocorre no momento em que diversos auxiliares diretos do presidente Lula organizam suas saídas para disputar cargos eletivos, conforme determina a legislação eleitoral.
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Gleisi confirmou sua saída e, em entrevista à CNN Brasil nesta segunda-feira, 26, afirmou que espera uma transição “tranquila” até março. Ela destacou o nome de Noleto como seu sucessor.
Perfil de Noleto e critérios para a escolha de Lula

Antes de liderar o Conselhão, Noleto ocupou o cargo de secretário-executivo das Relações Institucionais durante a gestão de Alexandre Padilha, que fora deslocado para o Ministério da Saúde. Ele chegou a assumir a chefia da pasta em momentos pontuais. Seu perfil político foi considerado fundamental para a indicação de Lula, especialmente diante da disputa eleitoral prevista para este ano.
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O Palácio do Planalto também cogitou Marcelo Costa, atual secretário-executivo das Relações Institucionais, para a vaga, mas sua atuação mais técnica pesou contra sua nomeação. Entre os parlamentares, há consenso de que o ministro ideal teria trajetória política mais consolidada em Brasília, porém muitos desses nomes estão envolvidos na corrida eleitoral e não podem assumir postos no Executivo.






































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