Depois de a Câmara ter aprovado com ampla maioria o Projeto de Lei (PL) Antifacção (5.582/25), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, publicou um texto em que critica o relatório do deputado Guilherme Derrite (PP-SP). A proposta, que cria o chamado Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, passou com 370 votos favoráveis e agora será analisada no Senado Federal.
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“Precisamos de leis firmes e seguras para combater o crime organizado”, disse Lula. “O projeto aprovado ontem pela Câmara alterou pontos centrais do PL Antifacção que nosso governo apresentou. Do jeito que está, enfraquece o combate ao crime e gera insegurança jurídica. Trocar o certo pelo duvidoso só favorece quem quer escapar da lei.”

O petista também declarou que espera “diálogo e responsabilidade na análise do projeto” no Senado, “para que o Brasil tenha de fato instrumentos eficazes no enfrentamento às facções criminosas”.
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“O compromisso do governo do Brasil é com uma agenda legislativa que fortaleça as ações da Polícia Federal, garanta maior integração entre as forças de segurança e amplie o trabalho de inteligência para enfrentar as facções nos territórios onde elas tentam se impor, mas especialmente para atingir as estruturas de comando que sustentam e financiam seus crimes”, alegou Lula.
Motta rebate Lula
Motta rebateu a fala de Lula momentos depois do tuíte. Sem citar nominalmente o presidente da República, o parlamentar voltou a falar que a proposta é alvo de “falsas narrativas”.
“Não se pode desinformar a população, que é alvo diariamente do crime, com inverdades”, afirmou Motta. “É muito grave que se tente distorcer os efeitos de um Marco Legal de Combate ao Crime Organizado cuja finalidade é reforçar a capacidade do Estado na segurança pública.”
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O presidente da Câmara ainda sinalizou que não se pode enfrentar a “violência das ruas com falsas narrativas” e que é necessário ter união “neste momento”.
“O governo optou pelo caminho errado ao não compor essa corrente de união para combater a criminalidade”, destacou Motta. “Repito: segurança não pode ser refém de falsas narrativas.”
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É claro que sempre vão ficar do lado do bandido, eles são os chefes do narcotràfico. O comando seque a errarquia do governo, tendo o chefão do stf como defensor. Ooo corja safadas.
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