O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, na manhã do último sábado, 3, com a então vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, atual presidente interina do país. Segundo integrantes do governo, a ligação foi “super rápida” e partiu do brasileiro para confirmar informações divulgadas pelo governo dos Estados Unidos sobre a captura do ditador Nicolás Maduro.
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Na conversa, Delcy confirmou a detenção e afirmou que, naquele momento, ainda não havia detalhes sobre o paradeiro do ditador venezuelano. Apenas depois do telefonema, o governo brasileiro divulgou nota para condenar a ação norte-americana, conforme apuração do portal g1.
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Nesta segunda-feira, 5, o Brasil condenou no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas a intervenção armada dos EUA na Venezuela que resultou na captura de Maduro. O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, afirmou não ser possível “aceitar o argumento de que os fins justificam os meios”.
Segundo Danese, esse raciocínio “carece de legitimidade e abre a possibilidade de conceder aos mais fortes o direito de definir o que é justo ou injusto, correto ou incorreto, e até mesmo de ignorar as soberanias nacionais, impondo decisões aos mais fracos”. Ele acrescentou que “o mundo multipolar do século 21, que promova a paz e a prosperidade, não se confunde com áreas de influência”.
A declaração está alinhada à nota divulgada pelo governo brasileiro, assinada por Lula, no dia da ação norte-americana. “O Brasil rejeita de maneira categórica e com a maior firmeza a intervenção armada em território venezuelano, em flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional”, afirmou o presidente.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura de seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável”, prosseguiu o petista. “Esses atos constituem uma gravíssima afronta à soberania da Venezuela e estabelecem um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.”
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Vice de Maduro assume Presidência interina da Venezuela 


































O anão diplomático consegue se auto diminuir.
Virou uma ameba diplomática.
A soberania nacional da Venezuela pertence ao povo da Venezuela, que não quer mais ser humilhada por ditadores.