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Política

Líder do MST cobra governo Lula: ‘Está muito medroso’

Segundo João Pedro Stédile, as promessas no campo social não estão sendo cumpridas

MST
João Pedro Stédile está na mira dos deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST | Foto: Reprodução/YouTube

João Pedro Stédile, um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), está cobrando mais agilidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Na visão do militante, Lula está “medroso” e “muito lento” para cumprir promessas de campanha no campo social.

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“Na política interna, o governo está muito lento, lerdo. Me atrevo a dizer, em algumas áreas, até medroso. Até agora nenhuma família foi assentada”, disse em entrevista ao site Metrópoles.

Ainda conforme o sem-terra, o governo Lula não apresentou até o momento nenhuma medida para resolver o problema do movimento.

“Para um governo nosso, seis meses é muito tempo para não ter nenhuma solução objetiva. As famílias da nossa base não querem saber se o MST é amigo do Lula ou não, mas quando vão resolver o problema da terra”, afirmou.

Leia também: “A guerra contra o agro”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 165 da Revista Oeste

Stédile também se queixou de Lula. “Foi um equívoco do presidente voltar a usar a palavra ‘invasão’”, reclamou o militante, ao negar que o MST adote essa prática.

Na mira da CPI

Stédile está na mira dos deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST. Ele foi convocado pelo colegiado a prestar depoimento em agosto. Segundo o militante, a comissão ganhou força porque o governo Lula “comeu bola” no Congresso.

A CPI está revelando as “farsas” do MST. Parlamentares da comissão visitaram propriedades invadidas pelo movimento no oeste de São Paulo — Presidente Prudente, Rosana e Sandovalina. Os deputados filmaram as condições degradantes dos acampamentos, entrevistaram pessoas que confirmaram ter sido enganadas com promessa de terras e encontraram barracões para doutrinação ideológica. O material consta de um documento assinado pelo relator, Ricardo Salles (PL-SP), obtido por Oeste.

O relatório da visita, acompanhada pela Polícia Civil paulista, afirma que há um “modus operandi para invadir e estruturar” as terras em curto espaço de tempo, apesar das distâncias. São elementos claros que atestam o uso de pessoas em condições de extrema pobreza como massa de manobra política.

“Foi observada a condição degradante dos invasores em termos de direitos humanos, possivelmente em condição muito pior do que aquelas em que são encontrados trabalhadores em situação análoga à de escravidão”, diz o texto.

Muitos barracos estão desocupados, usados apenas como marcos. Também chamou atenção a presença de carros com placas de vários Estados, como Paraná e Mato Grosso do Sul — nenhum deles pertencia aos sem-terra que estavam no local. As terras ficam sempre próximas a rodovias. Tampouco foi identificado um líder.

Leia mais: Os produtos (nada baratos) da cesta básica do MST

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4 comentários
  1. José Garcia
    José Garcia

    Um vagabundo como esse Stédile já deveria estar trancafiado na cadeia, com ração de pão e água.
    Esse eh um dos maiores vagabundos que a esquerda PeTralha criou. Senta a pua nesse vagabundo de boteco. Esse parasita desqualificado não quer nada com o trabalho. Pau nele.

  2. Christian
    Christian

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Ô Stédile? Voce acabou de dizer que em 6 meses, o Nine não fez nada além de ser lento, medroso e também não assentou nenhuma família no campo.
    Que tal dizer os números de assentados com registro de propriedade do governo anterior ?
    Medroso é você que não divulga estes dados.
    Você não “come bola” e sim, come “Bosta”

  3. David Souza Silva
    David Souza Silva

    Por favor, não mandem este inútil trabalhar, senão ele será capaz de cometer uma atrocidade contra ele próprio.!

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