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Política

Justiça nega pedido de deputado Gustavo Gayer por porte de arma

Solicitação foi rejeitada inicialmente pela Polícia Federal e parlamentar decidiu recorrer ao Judiciário

Gustavo Gayer
A Justiça Federal negou o direito de porte de arma de fogo ao deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) | Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

A Justiça Federal do Distrito Federal negou o direito de porte de arma de fogo ao deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). Ele fez o pedido em maio depois de dizer que foi vítima de ataques e ameaças.

A solicitação foi negada primeiramente pela Polícia Federal (PF) e o parlamentar recorreu ao Judiciário.

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“O impetrante não demonstrou a efetiva necessidade do porte de arma de fogo por exercer sua atividade, como exige a lei “, diz a decisão.

Para a Justiça, o porte de arma é restrito aos profissionais de segurança pública, membros das Forças Armadas, policiais e agentes de segurança privada.

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Ameaça a Gustavo Gayer

Em seu pedido pelo porte de arma, Gayer alegou que ele e sua família foram ameaçados de morte, mas, segundo a Justiça não apresentou provas suficientes para que fossem acatadas.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) intimou o deputado para prestar esclarecimentos sobre as acusações.

Gustavo Gayer
O deputado Gustavo Gayer alegou que ele e sua família foram ameaçados de morte, mas, segundo a Justiça não apresentou provas suficientes para que fossem acatadas | Foto: Câmara dos Deputados/Arquivo

As ameaças de morte foram feitas pelo deputado estadual suplente Fabrício Rosa (PT-GO). O fato ocorreu depois que o nome de Gayer ficou em evidência nas redes sociais por criticar uma professora de arte que usava uma camiseta com a frase: “Seja marginal, seja herói”, do artista plástico Hélio Oiticica. Com a repercussão do caso, a profissional foi demitida.

Segundo o parlamentar, Rosa estava usando um grupo no WhatsApp para incentivar atos de violência contra sua família. O petista nega as acusações e afirmou que o grupo “Contra Censura” foi criado para debater a liberdade de expressão.

As ameaças foram apresentadas por Gayer como capturas de tela de um grupo no WhatsApp, onde professores goianos estavam se organizando para protestar contra ações do deputado que eles consideravam perseguição.

O deputado apresentou um boletim de ocorrência e, em seguida, fez o pedido da posse de arma à PF, que o negou.

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6 comentários
  1. José Rubens Medeiros
    José Rubens Medeiros

    Se a “Justiça” entende que o porte de arma é restrito a profissionais de segurança pública, policiais, Forças Armadas e agentes de segurança privada, fica óbvio, portanto, que NENHUM JUIZ de nenhuma instância poderia ter o mesmo porte de arma que foi negado ao Deputado exatamente por decisão de ….. um juiz que, segundo consta, possui porte de arma.
    Por que esse juiz pode ter porte de arma e o Deputado, não?

  2. Ana Cláudia Chaves da Silva
    Ana Cláudia Chaves da Silva

    Porte de arma só pra bandido.
    Depois, se acontecer algo com o deputado ou alguém de sua família, ficarão todos com cara de idiotas, dando justificativas esfarrapadas. Até quando teremos que aguentar essas aberrações????

  3. Beeckow
    Beeckow

    Mas o juizinho-de-merda que negou POSSUI O SEU PORTE FUNCIONAL.

  4. Uncle Sam
    Uncle Sam

    Já vivemos em uma ditadura, onde o direito não é mais para todos, mas só para os amigos do rei.

  5. carlos
    carlos

    Porte de arma, habeas corpus para preso, liberação de drogas e restituição de bens roubados, só para os bandidos!!!!

  6. Antonio de Souza Neto
    Antonio de Souza Neto

    Bayer é um dos melhores deputados federais do Brasil. Não surpreende a negativa do regime consorciado Velho Barreiro e stf .

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