O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou, nesta terça-feira, 13, um comunicado referente aos protestos no Irã contra o regime teocrático liderado por Ali Khamenei. “O governo brasileiro acompanha, com preocupação, a evolução das manifestações que ocorrem, desde o dia 28 de dezembro, em diversas localidades do Irã”, diz a nota.
A agitação popular começou há mais de duas semanas. Um oficial iraniano ouvido pela agência Reuters confirmou que pelo menos duas mil pessoas morreram nos protestos. O Itamaraty não havia se pronunciado até então.
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“O Brasil lamenta as mortes e transmite condolências às famílias afetadas”, diz o texto. “Ao sublinhar que cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país, o Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo.”
Desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos no Irã, o MRE publicou nove notas oficiais. Entre elas, houve uma em reprovação à ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que derrubou o então ditador Nicolás Maduro, e outra celebrando a premiação do filme O Agente Secreto no 83° Globo de Ouro.
O Itamaraty afirmou se manter atento às necessidades da comunidade brasileira no Irã, por meio da Embaixada do Brasil em Teerã. “Não há registros, até o momento, de nacionais mortos ou feridos”, conclui a nota.
Regime teocrático do Irã é historicamente próximo a Lula
Lula é aliado de longa data do líder supremo Ali Khamenei. Em seu segundo mandato, o petista fez uma visita oficial ao Irã, em maio de 2010, acompanhado de uma ampla delegação. Em Teerã, Lula foi recebido pessoalmente pelo aiatolá.

Na reeleição de Lula em 2022, o regime iraniano comemorou. Os líderes do país persa manifestaram expectativa de aprofundar a relação bilateral em áreas como economia e comércio e destacaram o sentimento de “boa vontade” entre os dois países sob o governo do petista.
Em 30 de julho de 2024, Lula mandou seu vice-presidente, Geraldo Alckmin, à cerimônia de posse do presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, para representar oficialmente o Brasil.
Alckmin foi mais um entre os convidados da teocracia islâmica. Ele sentou-se ao lado de representantes de quatro grupos terroristas: Mohammed Abdulsalam, porta-voz dos houthis, Ziyad Al-Nakhalah, líder da Jihad Islâmica, Naim Assem, vice-líder do Hezbollah, e Ismail Haniyeh, um dos líderes do Hamas — responsável pelo atentado de 3 de outubro de 2023 em Israel.





































Bora petralhada defender a democracinha Iraniana.
Manda o mst pra lá.
É hora de uma posição forte do governo bostileiro!
Estão sempre preocupados com cool apertado pq vem sanções aos abiguinhos.