A polícia localizou os empresários Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, e Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, na Líbia. Ambos são considerados foragidos e alvos centrais da Operação Carbono Oculto. A investigação apura a infiltração de uma organização criminosa no setor de combustíveis e no mercado financeiro brasileiro.
Os dois empresários negociam um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Eles prometem entregar provas sobre o pagamento de propinas a políticos e agentes públicos. Segundo os investigadores, o material inclui mensagens de WhatsApp que detalham encontros para a entrega de valores milionários.
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O esquema envolveria favorecimentos regulatórios e sonegação fiscal bilionária. A defesa dos empresários, porém, mantém sigilo sobre as tratativas com as autoridades.
Acusados permanecem na Líbia
Os empresários permanecem na Líbia enquanto aguardam a definição dos termos do acordo.
A Operação Carbono Oculto apurou que o grupo controlava centenas de postos de combustíveis e utilizava empresas de fachada para lavar dinheiro. As investigações também mencionam contatos dos empresários com parlamentares em Brasília.
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“Beto Louco” e “Primo”, no entanto, negam qualquer ligação com facções criminosas, apesar das suspeitas de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Procuradoria-Geral da República chegou a avaliar uma proposta de delação em 2025, mas exigiu provas mais robustas contra autoridades com foro privilegiado. Com o avanço das negociações no MP-SP, novos elementos sobre o funcionamento da rede de corrupção podem surgir.





































O Brasil é um país com o stablichment público apodrecido na corrupção, o judiciário nem se fala. Que vergonha, acredito que é o campeão em desgraça no ocidente