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Política

Haddad promete solução para IOF antes de viagem de Lula à França

Ministro afirma que ajuste fiscal precisa vir acompanhado de reformas estruturais para evitar manobras pontuais todos os anos

Ministério Público diz que medida de Fernando Haddad ignora limites fiscais | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Flickr
Haddad também afirmou que São Paulo recebeu atenção especial da União | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O governo federal pretende definir ainda nesta semana os rumos da política de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a meta é concluir o acerto antes da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à França, marcada para esta terça-feira, 3.

Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), querem resolver a questão com urgência.

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O Planalto corre contra o tempo para apresentar um modelo de transição fiscal que garanta previsibilidade e mantenha a arrecadação. Em paralelo ao anúncio, o Executivo retornou e suspendeu o aumento do IOF sobre aplicações de fundos brasileiros no exterior.

Além disso, o governo decidiu manter a alíquota zerada, embora estivesse prevista uma elevação. O recuo impacta diretamente a projeção de arrecadação para 2025, antes estimada em R$ 20,5 bilhões.

Com a retirada de parte da medida, o Ministério da Fazenda prepara uma nova estimativa. Haddad quer que a reformulação venha acompanhada de regras claras e estáveis.

“Porque aí você faz uma combinação que dá para o investidor, para o cidadão, para o trabalhador um horizonte de regras do jogo daqui para a frente”, disse o ministro. “Com previsibilidade, com transparência e com discussão sobre a justiça das medidas.”

Haddad quer integrar mudanças de curto e longo prazo

Fernando Haddad enfatiza que os ajustes no IOF devem estar alinhados a reformas estruturais. Para ele, mexer apenas em tributos de curto prazo sem revisar os pilares do sistema fiscal compromete o equilíbrio das contas públicas.

+ Leia também: “Haddad, sobre Lula: ‘Traz estabilidade emocional ao Brasil'”

O ministro se disse otimista com o diálogo entre Executivo e Legislativo e afirmou que as conversas sobre o IOF deixaram a equipe econômica “muito confortável”. Segundo ele, a retomada das reformas é essencial para evitar soluções improvisadas a cada ano.

5 comentários
  1. Aeduardo
    Aeduardo

    Matéria muitíssimo elucidativa por parte do ministro!
    Através dele ficamos sabendo que o desqualificado analfa descondenado viaja novamente a Paris com a Janja nesta terça feira 03/06/2025.
    Sei não, mas estes encontros com Macron estão muito frequentes… Acaba a Janja aprendendo com a Brigitte Canhão a meter tapaço na cara do marido. No ombro do Imperador Careca do Brasil, ela Janja, já treinou como faz. Copiou certamente o marido o “tapinha não dói” na cara do cupincha Benedito Gonçalves do TSE.
    Por falar na figura é uma curiosidade: Será que continua fazendo a vida vendendo relógio de luxo e viagens ao exterior como ostentação brega?
    Brasil? País sem memória que a net agora não deixa mais serem esquecidas certas vergonhas bandidas alheias.

  2. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Esse desgoverno e o ministro incompetente que aumentar menos para no próximo ano tentar aumentar de novo. Mentir,mentir e sempre mentir.

  3. Eldo Amílcar Franchin
    Eldo Amílcar Franchin

    Malddad fala pra canja gastar menos.
    Guarda verba para o Dia Das putas que o PT quer criar na Bahia

  4. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    A solução é simples, Taxadd: dos atuais 38 ministérios, a maioria INÚTIL, corte pelo menos a metade. Siga o exemplo de Bolsonaro, que encerrou o mandato dele com 23 ministérios. Minha dica: ELIMINE os ministérios do esporte e da “curtura”.

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