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Política

Governo propõe aumento de imposto sobre lucro

O Executivo tenta compensar o que foi perdido com as medidas do Parlamento sobre a desoneração da folha de pagamento

Fernando Haddad sugeriu que a Receita Federal calcule a arrecadação dos impostos depois de dois meses; se o montante for insuficiente, o governo aumentaria o tributo
Foto Lula Marques/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, na quarta-feira 10 aumentar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Trata-se do imposto sobre os rendimentos das empresas. 

O Executivo afirma que o Parlamento deveria aceitar a proposta caso as medidas do Senado sobre a desoneração da folha de pagamento se mostrem insuficientes.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez a proposta ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), durante uma reunião em Brasília. Além de Pacheco, participaram do encontro Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

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Durante a conversa, Haddad sugeriu que a Receita Federal calcule a arrecadação dos impostos depois de dois meses. Se o montante fosse insuficiente, o governo aumentaria o tributo.

Pacheco, contudo, não concordou, informou o jornal O Estado de S. Paulo. Ele insistiu em que o Congresso Nacional aprovou medidas que seriam suficientes para compensar a renúncia fiscal —  quando o governo abre mão de receber parte dos tributos. 

Embates entre o governo e o Parlamento sobre desoneração da folha de pagamento

Em votações expressivas, o Congresso decidiu prorrogar a política da desoneração da folha de pagamento até 2027.

Entretanto, a decisão do Poder Legislativo acabou suspensa por uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), em ação movida pelo governo Lula. 

O Executivo alega que o Parlamento não previu uma fonte de dinheiro para bancar o programa e não estimou o impacto do benefício nas contas públicas. 

O Legislativo, por sua vez, mais uma vez afirmou que aprovou medidas para aumentar as receitas da União. Além disso, a estimativa de impacto estava descrita na proposta aprovada.

Haddad, contudo, anunciou um acordo para manter a desoneração em 2024 e negociar uma cobrança gradual a partir do próximo ano.

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10 comentários
  1. Maria Bernadete Zanini Senff
    Maria Bernadete Zanini Senff

    Governo corrupto e imoral, não pensa em outra coisa que não seja aumentar imposto.

  2. Luciano Martins Jorge da Silva
    Luciano Martins Jorge da Silva

    Meu Deus… O governo já leva 34% do lucro das empresas, isso sem mencionar outros impostos que incidem sobre suas operações. Se continuar assim, vão quebrar as empresas nacionais, espantar as multinacionais do país e nós, o povo, não teremos emprego.

  3. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    VAGABUNDO NÃO TRABALHA E QUER LUCRAR EM CIMA DE QUEM TRABALHA! PÉ NA PORTA, JÁ!

  4. Judson Franchi
    Judson Franchi

    Haddadezinho, deixe de ser serviçal subalterno e proponha diminuição de ministérios, eliminação de aspones, não ao apetralhamento do Estado e demissão de funcionários públicos.

  5. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    Olhar para um cidadão que sabemos que votou em um condenado é revoltante , apesar de imaginarmos que as urnas eletrônicas foram a principal causa desse desastre mas não consigo me aproximar de um petista.

    1. Lucas
      Lucas

      Paulo, não acredito que houve fraude em urna. Isso porque moro em uma cidade conservadora em que 70% votou em Bolsonaro, mesmo assim conheço muita gente que fez o “L” aqui. Muitos deles ainda não reconheceram que estão errados.
      Agradeça aos telespectadores da globolixo, leitores da Falha de SP, funkeiros, seguidores da Mynd8, faria limers e padres esquerdistas pela eleição do molusco.

      1. OTNIP M. IAVI
        OTNIP M. IAVI

        O PROBLEMA NAO FOI O MALDITO L
        Carta de um Brigadeiro.
        Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
        Hoje perdemos a maior delas!
        Perdemos nossa Coragem!
        Perdemos nossa Honra!
        Perdemos nossa Lealdade!
        Não cumprimos com o nosso Dever!
        Perdemos a nossa Pátria!
        Eu estou com vergonha de ser militar!
        Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
        Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
        Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
        Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
        Joguem todas as nossas canções no lixo!
        A partir de hoje, só representam mentiras!
        Como disse Churchill:
        “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
        E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
        A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
        Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
        Generais não serão mais representantes de suas tropas.
        Perderão o respeito dos honestos.
        As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
        Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
        Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
        Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
        Mas outros, civis, conseguiram!
        A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
        E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
        E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
        Isso também não aconteceu?
        Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
        Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
        Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
        NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
        A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
        O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
        Não vai ser agora que irão.
        Ah, sim, generais:
        Entrarão para a História!
        Pela mesma porta que entrou Calabar.
        QUE VERGONHA!
        Assina:
        Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

  6. Paulo Sérgio Dias dos Santos
    Paulo Sérgio Dias dos Santos

    Deveria colocar impostos sobre os penduricalhos de todos os políticos do Brasil inteiro, inclusive ex Presidentes e governadores

  7. Paulo Sérgio Dias dos Santos
    Paulo Sérgio Dias dos Santos

    Deveria colocar impostos sobre os penduricalhos de todos os políticos do Brasil inteiro, inclusive ex Presidentes e governadores

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