O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, exonerou 459 servidores comissionados das secretarias da Casa Civil e de Governo em 20 dias à frente do cargo. As duas pastas concentram estruturas estratégicas ligadas ao Palácio Guanabara.
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As exonerações atingem cargos sem concurso público e fazem parte de um plano de reestruturação administrativa. As decisões foram publicadas nas edições desta quinta-feira, 16, e sexta-feira, 17, do Diário Oficial do Estado.
Segundo informações do portal g1, o governo pretende ampliar os cortes. Levantamento interno revela que as duas secretarias reúnem cerca de 4 mil servidores. A meta é reduzir aproximadamente 40% desse total, o equivalente a cerca de 1,6 mil cargos.
Parte das exonerações mira funcionários que não estariam em atividade, conhecidos como “fantasmas”. A estimativa do governo é economizar cerca de R$ 10 milhões por mês com as medidas.
Exoneração atingm estrutura da Casa Civil
Além dos desligamentos, o governo extinguiu três subsecretarias da Casa Civil: Projetos Especiais, Gastronomia e Ações Comunitárias e Empreendedorismo. As estruturas vinculadas a esses órgãos também foram descontinuadas.
As medidas resultam de auditorias conduzidas nas duas secretarias, que analisam a estrutura administrativa e a alocação de pessoal.
Governo inicia mudanças e amplia auditoria
Desde que assumiu o cargo, em 23 de março, Couto nomeou nove gestores para áreas consideradas estratégicas do governo estadual. As indicações incluem cargos na Casa Civil, Secretaria de Governo, Controladoria-Geral do Estado, Instituto de Segurança Pública, RioPrevidência e Cedae.
Além das exonerações, o governador em exercício determinou a realização de uma auditoria ampla nos órgãos do Executivo, incluindo a administração indireta e empresas estatais.
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A análise prevê revisar mais de 6,7 mil contratos ativos, que somam cerca de R$ 81 bilhões. Segundo o governo, as medidas integram um pacote voltado à revisão de gastos e à reorganização da estrutura administrativa.
Nesta sexta, o deputado estadual Douglas Ruas (PL), foi empossado presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
A eleição ocorreu depois da anulação de um pleito anterior, realizado em 26 de março, no qual Ruas já havia sido escolhido. A disputa inicialmente teria dois candidatos, mas o deputado Vitor Junior (PDT), apoiado por aliados de Eduardo Paes (PSD), retirou a candidatura em protesto contra a decisão judicial que manteve o voto aberto.
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Todos eles que entram e a mesma coisa no tj tem muitos de outras secrtarias em tudo quanto e lugar a disposição. O que era pra fazer e cada secretaria ter uma lei orgânica pra nao ter fraude. Concurso público da categiria tem que ficar onde fez o concurso. Ainda falta muito fazer isso nao quase nada.