O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu as declarações do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em postagem no X, o magistrado ironizou as críticas e destacou que o político recorreu à Corte para adiar dívidas estaduais com a União.
Mendes apontou “contradição latente” na postura de Zema. “Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse”, escreveu o ministro. Segundo ele, o ex-governador utiliza o STF como “escudo fiscal”, mas ataca a honra dos ministros quando sofre derrotas políticas.
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O histórico jurídico de Minas Gerais registra diversos pedidos atendidos pelo STF. Em 2024, o ministro Nunes Marques homologou a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Em 2025, novas decisões permitiram a transição para o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag).
As declarações de Zema
A reação do ministro ocorreu depois que Zema defendeu, na segunda-feira 13, o afastamento e a detenção de integrantes da Corte. Durante encontro na Associação Comercial de São Paulo, o pré-candidato ao Planalto afirmou que o Brasil vive a maior crise moral de sua história.
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Zema direcionou críticas a dois magistrados. “Dias Toffoli e Alexandre de Moraes não merecem só processo de impeachment, merecem prisão”, declarou. O político afirmou ainda que a Corte “estava cheirando mal há alguns anos” e que a resposta aos “intocáveis” virá nas eleições de outubro.
Além disso, para o ex-governador, o STF perdeu a confiança da população. “Agora, realmente, aflorou toda a podridão que está lá dentro”, afirmou, ao concluir que percebe um clima de indignação crescente no país.
Gilmar Mendes é um perfeito imbecil!!! Recorrer ao STF é im fiteito de todo cidadão! E os ministros que lá estão não fazem nenhum favor: eles são obrigados a julgar imparcialmente todas as demandas. Mesmo que, pessoalmente, a maioria não mereça o respeito das pessoas. Mas, institucionalmente, a despeito da opinião de cada brasileiro, o julgamento deve ocorrer, com base na lei e no caráter. Para amigos ou knimigos.
Perfeito.