O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) apresentou um Projeto de Lei (PL) que propõe o reconhecimento da tilapicultura como “atividade de relevante interesse socioeconômico”. O PL também “estabelece critérios para eventual restrição ou proibição de cultivo” da tilápia.
A medida é uma reação à decisão do governo Lula de incluir a tilápia na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras. Enquanto ameaça produtores brasileiros, o governo autorizou a importação de 700 toneladas do peixe, vindas do Vietnã por meio da JBS.
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O Brasil é o quarto maior produtor mundial de tilápia, ficando atrás apenas de China, Indonésia e Egito.
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A tilápia, originária da África, é criada no Brasil há mais de duas décadas sob normas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licenciamento ambiental.
“A proposta (do governo) causa enorme apreensão entre produtores, cooperativas, entidades de classe e especialistas do setor, não apenas pelo conteúdo, mas pela falta de transparência e ausência de debate técnico e socioeconômico”, diz um trecho da justificativa do projeto.
Deputados reagem à inclusão da tilápia em lista de espécies invasoras
Deputados da oposição apresentaram cerca de 15 requerimentos de informação, convocação e realização de audiência pública envolvendo a medida do governo contra a produção nacional de tilápia.
Os parlamentares cobram explicações dos ministros da Pesca e Aquicultura, André Carlos Alves de Paula Filho; da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; e do Meio Ambiente, Marina Silva.
Um dos requerimentos apresentado pelo deputado Tião Medeiros (PP-PR) pede a realização de uma audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
Leia também: “O ficasco da COP30”, reportagem de Carlo Cauti e Sarah Peres publicada na Edição 296 da Revista Oeste
Além de Medeiros, a Câmara recebeu requerimentos de Chris Tonietto (PL-RJ), Dr. Frederico (PRD-MG), Julia Zanatta (PL-SC), Gustavo Gayer (PL-GO), Diego Garcia (Republicanos-PR), Rodolfo Nogueira (PL-MS) e Evair Vieira de Melo (PP-ES).
Os parlamentares enviaram os requerimentos à mesa diretora da Câmara, à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS).








































Isto é mais facil de combater, eleitor mais esclaresido como os do DF, não acredita em falacias. Cuidado é com as urnas.
Que matéria ➕️ mentirosa junto com esse pilantra desse Gustavo Gayer o governo não está proibindo produção alguma Tilápia o próprio Gov colocou uma postagem no Google que é notícia falsa o governo não está proibindo de produzir Tilápia.
E SE FOSSE UM BOLSONARISTA? Vossa Majestade Imperial Alexandre Pedro III está sabendo do uso de dinheiro do POVO para o Paulo Capelli fazer promoção da sua CANDIDATURA ao Governo do DF? Se não sabe, Marcelo Freixo, Lindbergh Farias, Randolfe Rodrigues, Érico Hilton, Talíria Petroni, Jandira Feghali, Gleisi Hoffmann e escumalha lulista/petista precisam DENUNCIAR a usurpação do já escaço dinheiro do povo a Sua Majestade Imperial Alexandre Pedro III, pedindo prisão imediata do Ricardo Capelli, que é acusado de usar estrutura paralela da ABDI em pré-campanha no DF, uma Agência do Governo Federal para impulsionar sua anunciada candidatura ao Governo do DF. Lembrando que quando interventor nos atos do 8 de Janeiro, Ricardo Capelli mandou as Polícias do DF usarem munição letal contra manifestantes. ” Denúncias indicam que servidores e contratados atuavam em ações de autopromoção e monitoramento digital.” ” O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pré-candidato ao Governo do Distrito Federal, Ricardo Capelli (PSB), é alvo de acusações envolvendo o uso de uma estrutura paralela de comunicação para fins eleitorais. Segundo relatos de ex-integrantes da equipe e mensagens internas obtidas pela reportagem, um grupo comandado pelo gerente de marketing da ABDI, Bruno Trezena, seria o responsável por um suposto “bunker político” no Setor Comercial Sul, em Brasília.” ” O local, uma sala no Edifício Ariston, abrigaria um núcleo dedicado à produção de conteúdo, interação com eleitores nas redes sociais e ataques a adversários políticos, prática que pode configurar campanha antecipada e uso irregular de estrutura pública.” responder 70 comentários e 10 publicações por dia nas redes sociais, enviar 60 mensagens e realizar 30 ligações via WhatsApp, seguir um “padrão de respostas humanizado”, com uso controlado de emojis e correção gramatical rigorosa.” ” “Atenção aos horários de trabalho! Qualquer mudança precisa ser avisada com antecedência. Sejam responsáveis, quanto mais demonstrarem que estão prontos pra fazer as coisas à distância, mais fácil conseguirmos implementar um sistema dinâmico”, diz um dos trechos das mensagens. O cuidado em manter a imagem do pré-candidato nas interações virtuais também era mencionado.” ” O Cappelli é jornalista, não podemos ter erros de português”, alertava outro trecho.De acordo com as denúncias, cinco celulares e cinco notebooks teriam sido adquiridos recentemente para uso exclusivo do grupo, simulando a presença digital do próprio Cappelli nas redes.” ” Os depoimentos apontam que o clima dentro do grupo era de medo e retaliação.“O Cappelli é vingativo. Os caras vão perseguir. Eles têm medo de aparecer”, disse outro ex-colaborador.” A reportagem tentou contato com Ricardo Cappelli e Bruno Trezena, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. ” Cappelli na berlinda: explosão de gastos da ABDI vira caso de suspeita eleitoral e chega à CGU ” ” Aumento de 386% nos gastos de comunicação, quase 800 publicações impulsionadas e ações durante expediente levantam dúvidas sobre possível uso político da ABDI sob comando de Ricardo Cappelli.” ” A gestão de Ricardo Cappelli à frente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) entrou no centro de uma crise política e institucional. Documentos revelados pelo Jornal da Record e dados do Portal da Transparência mostram um salto expressivo nos gastos de comunicação da agência, que antes investia cerca de R$ 115 MIL POR MÊS. Sob Cappelli, a despesa disparou para R$ 560 MIL POR MÊS— um aumento de espantosos 386%. O montante acompanha a reformulação digital da ABDI, mas também a publicação e o impulsionamento de conteúdos de forte teor político, o que acendeu alertas em Brasília sobre possível desvio de finalidade.” ” A página oficial de Cappelli no Facebook tem 11 administradores, número característico de estruturas de campanha. A combinação entre volume de publicações, dinheiro público e horário de expediente levantou suspeitas sobre a natureza do trabalho executado.”