publicidade
Política

Fraude no INSS: governo vê CPMI como inevitável

Planalto avalia estratégias para disputar cargos na comissão

O objetivo da base do governo Lula é ter protagonismo no na CPMI que vai investigar as fraudes no INSS | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O objetivo da base do governo Lula é ter protagonismo no na CPMI que vai investigar as fraudes no INSS | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê como inevitável a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional. O objetivo da ação é investigar as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

De acordo com o jornal O Globo, o Planalto avalia estratégias para disputar cargos na comissão. O objetivo é ter protagonismo no colegiado. Além disso, a ideia dos parlamentares de esquerda é trabalhar para influenciar o maior número possível de integrantes da CPMI para blindar Lula. Eles também querem culpar a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo escândalo.

Nesta sexta-feira, 16, Lula se reuniu com ministros e líderes para discutir o apoio do governo à CPMI que vai investigar as fraudes na previdência.

O INSS comunicou que recebeu mais de 1 milhão de respostas de beneficiários afetados por descontos para entidades associativas. Desse total, cerca de 950 mil não reconhecem vínculo com as organizações cobradoras.

Discussões sobre o escândalo no INSS

No Senado, houve discussões acaloradas sobre o escândalo entre o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, e o senador Sergio Moro (União Brasil-PR).

Queiroz responsabilizou as medidas provisórias aprovadas de 2019 a 2022 pelo aumento das fraudes. Segundo o ministro, “foi naquele momento que o ‘ladrão’ entrou na casa”.

De acordo com o chefe da Previdência, as alterações legislativas durante o governo Bolsonaro flexibilizaram exigências de revalidação para descontos em folha, o que teria ampliado o número de entidades aptas a fazer cobranças.

Em entrevista a Oeste, Moro subiu o tom nas críticas ao governo Lula ao acusar a atual gestão de “omissão” diante do escândalo

Governo agiu “tardiamente”

Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Segundo o parlamentar, Queiroz teria agido “tardiamente” e de forma “incompleta”, para tentar “acobertar” o esquema de fraude. Durante as discussões no Senado, Moro indagou o ministro de Lula sobre as atitudes tomadas diante das primeiras denúncias.

Leia também:

1 comentário
  1. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Daqui 20 anos o discurso do pt vai ser ainda culpar o Bolsonaro

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.