O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu às críticas feitas pelo padre católico Ferdinando Mancílio contra a Caminhada pela Liberdade. A mobilização reuniu apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Durante uma homilia na última quarta-feira, 25, no Santuário Nacional de Aparecida, o religioso questionou a legitimidade do protesto. Sem citar nomes, ele afirmou que marchas políticas não representam a defesa da vida nem compromisso real com o povo. “Mentira! Quer o poder.”
Receba nossas atualizações
Nikolas: crítica incoerente
A declaração repercutiu nas redes sociais e provocou reação imediata de Nikolas e apoiadores. O deputado afirmou que a manifestação foi pacífica, ordeira e transparente. Além disso, disse ver incoerência em críticas que, segundo ele, ignoram a violência promovida pelo crime organizado no país.
Leia também: “A grande ideia de Nikolas”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 307 da Revista Oeste
A caminhada percorreu cerca de 250 quilômetros, entre Paracatu, em Minas Gerais, e Brasília. O ato terminou no mesmo dia da homilia. Durante o sermão, o padre também afirmou ser incompatível a fé cristã com o apoio ao armamento civil.
Para o religioso, não haveria como conciliar valores cristãos com a defesa das armas. Em certo momento, o padre diz. “A arma só tem uma finalidade: ferir e matar. Não tem jeito.” Na sequência, o sacerdote completa: “E alguém também me disse: ‘O machado também mata’. E eu lhe respondi: Mas a sua finalidade é outra”.
As falas do padre, interpretadas como defesa de símbolos comunistas, amplificaram a polêmica. Nikolas foi às redes sociais e respondeu ao dizer que o padre demonstrou desconhecimento bíblico e intelectual. O deputado afirmou que objetos não são moralmente bons nem maus, mas dependem de quem os utiliza.
Leia também: “O PT morrerá com Lula”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 307 da Revista Oeste
Parafraseando o líder religioso inglês Charles Spurgeon, o parlamentar disse: “Só os tolos acham que política e religião não se discutem enquanto ladrões continuam no poder e falsos profetas pregam”. Nikolas acusou ainda setores religiosos de seletividade moral. Para ele, há indignação contra manifestações políticas conservadoras, mas silêncio diante da violência armada.
Aliados reforçaram o discurso. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), classificou a postura do padre como vergonhosa para a Igreja. Do mesmo modo, o senador Magno Malta (PL-ES) criticou o religioso e o acusou de militância ideológica. Até o momento, não há registros de uma manifestação oficial da Igreja Católica.
+ Leia mais notícias de Política na Oeste
Este padre deveria ser caçado
FAz tempo que eu e a Sandra escolhemos em qual Igreja vamos a missa. A maioria dos padres aqui da região são comunistas mesmo. Quem canta na Igreja, também. Quem reza o rosário em dias que não tem missa, também são do PT. Hoje em dia devemos escolher até qual a escolinha materinal as crianças poderão entrar.
O santuário de Aparecida é controlado há tempos por padres simpatizantes da Teologia da Libertação, corrente marxista que já se encontra em declínio dentro da Igreja Católica. Esse é mais um padreco tipo júlio lancelotti, um comunista que se vale da Igreja para fazer proselitismo político.
Mais um Lancelotti e Joao de Deus na parada. Aquela visao da CNBB, um retrógrado que apoia o MST. Mais um politiqueiro que se esconde atras da batina.😩
O Brasil cansa! 🙄🙄😤😤😤