O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, antecipou o retorno a Brasília para administrar os impactos da crise do Banco Master na imagem da Corte. Segundo o portal g1, a decisão ocorreu depois de conversas com outros ministros.
Desde a segunda-feira 19, Fachin tem feito reuniões e ligações sobre o caso. Ele havia deixado a presidência interinamente com Alexandre de Moraes e só retornaria no fim de semana. Nesta terça-feira, 20 segue para São Luís (MA), onde se encontrará com Flávio Dino.
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O ponto central das discussões é a manutenção de Dias Toffoli à frente do inquérito referente ao Master. Decisões do ministro provocaram reações na Polícia Federal (PF), na Procuradoria-Geral da República (PGR) e entre defesas de investigados.
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A saída do ministro da relatoria do caso do Banco Master passou a ser tratada como consenso na Corte. A avaliação, segundo apuração do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, é que o magistrado dificilmente conseguirá permanecer à frente do processo.
Sigilo no caso Master e reação da PF

O magistrado centralizou no STF todas as decisões do caso, inclusive diligências que tramitavam na primeira instância, depois de pedidos das defesas, que alegaram possível foro privilegiado.
Toffoli também decretou sigilo do processo e, inicialmente, determinou que todo o material apreendido fosse enviado ao STF. Depois de manifestação da PF e da PGR, ele recuou e autorizou que os documentos ficassem sob guarda da Procuradoria.
No sábado 17, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal afirmou que as decisões configuram um cenário “atípico” e representam afronta às prerrogativas da corporação, citando interferências em prazos, perícias e procedimentos investigativos.
Leia também: “Os tentáculos do Master”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste
É evidente que o reprovado está com medo da verdade e precisa controlar a investigação para se safar mas não tem mais jeito ele o filho de satanás vão se ferrar