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Política

Exército encaminha ao TSE propostas para aperfeiçoar urnas eletrônicas

Documento foi elaborado pelo Comando de Defesa Cibernética

fraude nas urnas
Militares realizam a primeira etapa do Simulado de Testes Nacional de Urnas Eletrônicas nas eleições de 2016 | Foto: Divulgação/14ª Brigada de Infantaria Motorizada

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu um conjunto de propostas com sugestões para aperfeiçoar as urnas eletrônicas. Os papeis foram enviados na quinta-feira 24, noticiou a revista Crusoé. Oeste confirmou a informação.

A elaboração do documento ficou sob os cuidados da equipe do general Heber Garcia Portella, líder do Comando de Defesa Cibernética do Exército. A unidade é composta de 70 auditores militares especialistas em tecnologia da informação. Portella faz parte da Comissão de Transparência das Eleições.

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Em fevereiro deste ano, o TSE respondeu a 80 interpelações feitas pelo Exército em um documento de 700 páginas. Com base na papelada, o Exército decidiu fazer as sugestões ao TSE. A lista, porém, é secreta, comunicou a Corte.

Um dos criadores das urnas eletrônicas recomenda contratar auditorias externas independentes e certificação técnica

Carlos Rocha, um dos desenvolvedores das urnas eletrônicas, afirma que os atuais protocolos de segurança do TSE são insuficientes para garantir a inviolabilidade das máquinas. “A auditoria independente tem a finalidade de atestar a adequação de eventos, processos e sistemas, para dar características de confiabilidade, segurança e assertividade, utilizando-se de procedimentos e instrumentos técnicos necessários e previamente aprovados”, disse.

Conforme o especialista, a Corte Eleitoral tem de contratar auditores externos e independentes. “As atividades e metodologias listadas pelo TSE, para teste público de segurança, teste de integridade, lacração dos sistemas, inspeção dos códigos-fonte, geração das mídias, votação paralela, entre outros, não são reconhecidas como auditorias independentes, pelo conhecimento consolidado de segurança da informação”, constatou o especialista.

“Além das auditorias, é essencial realizar a certificação técnica dos equipamentos e programas do sistema eletrônico de votação, em laboratórios independentes do TSE, que emitirão um certificado para garantir que o sistema atenda às regulamentações brasileiras”, afirmou.

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônica?”, reportagem publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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47 comentários
  1. R.F. Nobre
    R.F. Nobre

    Confio no sistema digital pois, faço compras pela internet, utilizo cartão de débito/crédito, e agora cartão só por aproximação MAS, sempre solicito a via IMPRESSA.
    Eu quero a via impressa do meu voto, não para trazer para casa mas, para ficar como antigamente em uma urna LACRADA.

  2. Osvaldo Nogueira
    Osvaldo Nogueira

    SOMENTE OS 3 PAÍSES MAIS DESENVOLVIDOS DO MUNDO USAM A URNINHA ELETRÔNICA, BBB, BRASIL, BUTÃO, BANGLADESH…..AFHHHH

  3. Mauricio de Souza Amaro
    Mauricio de Souza Amaro

    E tudo muito simples. O bunker da célula terrorista comunista instalada no instituto lula está-se armando poderosamente com uma milícia terrorista bolivariana. O objetivo disso é muito claro, tomar o Poder pela força, como já declarou publicamente o mentor da quadrilha Zé Dirceu e foi endossado pelo sinistro Barroso, o mais perigoso psicopata daquela quadrilha lá instalada, com todas as prerrogativas de um Poder absolutista.
    Eles estão determinados a aplicar o mesmo golpe dos últimos 37 anos nas próximas Eleições novamente. A relutância em admitir a implantação do Voto Impresso Auditável, com a Contagem Pública dos Votos, é prova inequívoca desse intento.
    Caso não consigam, através do massivo desvio de votos dentro da própria urna no momento do voto, tentarão tomar o Poder pela força, com um bando fortemente armado.
    Caberá às FFAA a ação do contra-golpe, exatamente como ocorreu em 1964.
    Mas nesse caso, fica clara a perspectiva do derramamento de sangue nas ruas, pois desta vez, eles estão jogando para ganhar ou ganhar, para o tudo ou nada.
    É óbvio que generais jamais se curvariam a prestar continência a um bandido de altíssima periculosidade, chefe de uma quadrilha internacional do narcotráfico.
    O povo passou todo esse período em estado letárgico, promovido pela desinformação maciça dos órgãos devotados a esse processo, sem ter do que reclamar, por absoluta ignorância dos fatos reais.
    O fato de nunca ter reclamado não confere legitimidade a um sistema estabelecido mediante táticas fraudulentas e falaciosas.
    Com o advento das Mídias Conservadoras Independentes, a população adquiriu o conhecimento dos fatos, num processo de despertamento gradual e irreversível, e hoje não se deixa mais ludibriar, botando a boca no trombone.
    Partirá sim da sociedade não aceitar qualquer tentativa de golpe comunista, para implantar um ditador bolivariano no Poder, e será respaldada pela retaguarda militar patriota.

  4. Joicí Luiz Companhoni
    Joicí Luiz Companhoni

    Não dá para entender porque alguns estão tão contra a conferencia pelos paéis impressos. Isto deveria ser explicado.

  5. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    O Ministério da Defesa, não deveria enviar propostas, mas sim EXIGIR a substituição da atual equipe de TIs do TSE por Técnicos de Informação do Ministério, juntamente com TIs independentes como o eng. Carlos Rocha e equipe. Será que o TSE não confia no Ministério da Defesa e na competência de seus técnicos de DEFESA CIBERNETICA DO EXERCITO?
    Considerando que o TSE é composto de notáveis do saber jurídico que tem dificuldades até para interpretar a CF, como aceitar a segurança que afirmam ter nas urnas eletrônicas se nada sabem de tecnologia da informação?

  6. José Campos
    José Campos

    Acho que o recado já foi dado para a esquerda ladra, e, se continuarem com o plano da fraude, a corda vai arrebentar, pois tenho certeza, se fosse eu também não faria, que os generais não vão bater continência para ladrão.

  7. Iramar Benigno Albert Júnior
    Iramar Benigno Albert Júnior

    O ladrão de 9 dedos desistirá de sua candidatura, quando tiver a certeza de que não poderá roubar nas eleições com a ajuda do TSE/STF, para não ser severamente humilhado com a enxurrada de votos que Bolsonaro receberá. Sua biografia já foi arruinada (sempre foi mau caráter) com o fato de comprovadamente ser um ladrão e mentiroso descarado e morreria com mais esta vergonha. Prefere que um poste qualquer receba esta paulada do povo brasileiro honesto e trabalhador.

  8. Eduardo Luis Costi
    Eduardo Luis Costi

    Domingos: Faça este compromisso de doação em cartório, com firma reconhecida e com garantias bancárias de fundos para pagamento das doações que mostrarás que és homem que honra o que fala. Feito isto, divulgue e aguarde.

  9. Adalberto Gonçalves da Silva
    Adalberto Gonçalves da Silva

    Putz! Pelo o amor aqui demonstrado, só resta saber quem comeu quem: O Domingos Miranda ou o Lula, ou ambos e vice-versa!!!

  10. Moisés Tadeu Cantelmo ibrahim
    Moisés Tadeu Cantelmo ibrahim

    Só um lunático para pensar que, depois de ter feito toda uma tramóia para libertar o marginal condensado ou impugnar a candidatura.do Bolsonaro, o STF/TSE não estava ( está) contando com as fraudes nas urnas !!!! Bolsonaro não deve se contentar apenas com estas sugestões do exército, deve colocar as forças armadas em peso para acompanhar,vigiar e auditar estas eleições!

  11. Rogério
    Rogério

    Aí dizem que é preciso dar lugar ao contraditório, como? Olha esse sujeito, tomado de ódio repetindo integralmente o que diz a band/globo. É um caso perdido, infelizmente!

  12. Rogério
    Rogério

    Vão inventar uma lorota qualquer, se fingir de ofendidinhos e alegar, aos prantos, que o exército é anti democrático, ou seja, aquela conversa mole de sempre. Então, passados os meses e às vésperas da eleição, qdo nada mais puder ser feito, eles estarão mais uma vez dentro da sala secreta “contando os votos”, justamente como Stálin disse para fazer há quase um século atrás. E viva a festa da democracia 🥴

  13. Ricardo Luiz Rocha Cubas
    Ricardo Luiz Rocha Cubas

    PROPOSTA PARA APERFEIÇOAMENTO DA CONFIABILIDADE QUANTO AO RESULTADO ELEITORAL DAS URNAS ELETRÔNICAS

    Existe a possibilidade de aperfeiçoar uma das etapas implementadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para dar confiabilidade, ainda maior, ao resultado das eleições, sem voto impresso: votação paralela em um percentual estatístico de 2% sobre o universo total de urnas eletrônicas, no dia da eleição.

    Muitos não sabem que a confiabilidade do resultado eleitoral, não precisa ser, necessariamente, com o voto impresso.

    A seguir, serão descritos dez procedimentos adicionais de como deve ser realizada a verificação de confiabilidade sobre o resultado das eleições. De se destacar que estas medidas podem ser implementadas para qualquer eleição futura, inclusive a próxima.

    A premissa mais importante a ser seguida é a de que a urna eletrônica não pode “saber” que ela está em teste de confiabilidade. Em outras palavras, a inserção do voto simulado deve ser, sob a ótica daquele aparelho, exatamente, como a de um eleitor qualquer.

    Até que seja aprovado, em alguma legislatura futura, o voto impresso, são esses, os dez procedimentos para que o teste de confiabilidade do resultado eleitoral final, seja realmente eficaz, no dia da eleição:

    ● Primeiro: algumas horas, antes do início da votação, sorteiam-se, de forma aleatória, 2% das urnas eletrônicas, operadas em cada zona eleitoral, o que dá, aproximadamente, em nível nacional, dez mil urnas. Esse sorteio tem que se dar por meio não eletrônico, ou seja, com a utilização daqueles globos de bolas de madeira em jogos de entretenimento caseiro. Este é um requisito importante para que a ciência estatística garanta a confiabilidade do resultado final da eleição.

    ● Segundo: sorteadas, aleatoriamente, as urnas eletrônicas, os juízes eleitorais providenciam urnas paralelas completas as quais se destinam à votação do eleitor, com a garantia de sigilo ao seu voto. Esclarecendo, nas sessões eleitorais, que tiverem urnas, com procedimento de votação paralela, estarão presentes duas urnas, a original (a ser auditada), destinada a inserção de uma votação simulada de votos e outra, paralela, para a captação real dos votos dos eleitores.

    ● Terceiro: inicia-se a votação nas sessões que tiveram urnas escolhidas aleatoriamente, da seguinte forma: após o eleitor conceder duas vezes, a sua biometria, a mesa receptora de votos concede duas autorizações de voto, uma para a entidade civil (cuja participação resta definida no décimo procedimento), que vai inserir um voto aleatório na urna a ser auditada e outra, para o eleitor fazer a sua votação na urna paralela. É importante deixar este ponto bastante claro. Para cada uma das duas validações da biometria do eleitor votante, ocorrem dois movimentos dentro da sessão eleitoral: em um movimento, o eleitor se dirige à urna paralela para sua votação regular e, paralelamente, a entidade civil faz a inserção de um voto simulado na urna original.

    ● Quarto: os mesários ficarão encarregados de registrar, em planilha manual, fornecida pela Justiça Eleitoral, quais foram os votos inseridos, de forma simulada, pela entidade civil. Além disso, a entidade civil deverá providenciar régua ou “T” elétrico, cabo de extensão de energia, tripé de fixação e uma câmera para filmagem, em baixa resolução, da tela da urna eletrônica original, objeto de teste de integridade. A câmera, inclusive, pode ser um simples smartphone e com cartão de memória suficiente para a gravação em baixa resolução.

    ● Quinto: será realizada, sempre de forma contínua, a filmagem de todo processo, que deve se iniciar com imagens do número da sessão eleitoral, fixado na entrada da porta, de seus mesários, da emissão da zerézima, indo para a fixação da câmera no tripé para a filmagem da tela da urna auditada. Em seguida, será filmada a inserção dos votos simulados. Por fim, a planilha de votos simulados e o registro dos dados constantes nas totalizações do Boletim de Urna (BU), gerado ao final da votação pela urna auditada. Concluindo a filmagem, repetem-se, as gravações dos mesários presentes e o número da sessão eleitoral.

    ● Sexto: como a premissa maior é a de que a urna eletrônica jamais possa saber que está sob votação paralela, deve ser vedado ao TSE a inserção de quaisquer códigos de controle, que não sejam as próprias captações das duas biometrias do eleitor, uma para a inserção simulada dos votos pela entidade civil na urna a ser auditada e, outra, para a votação regular do eleitor na urna paralela.

    ● Sétimo: ao final da votação, com a planilha em mãos, os mesários, em conjunto com os representantes da sociedade civil e dos partidos políticos, providenciam a totalização manual dos votos inseridos pela entidade civil, os quais devem bater com os constantes no BU. Se não houver divergência, a urna estará funcionando exatamente como deveria funcionar. Se houver divergência, podem ocorrer quatro situações: ou houve registro errôneo no lançamento da planilha pelo mesário; ou a urna apresentou defeito de funcionamento em um certo período (perda de energia/bateria), ou, a entidade civil inseriu erroneamente os votos simulados; e, no pior caso, a possibilidade de que o código fonte foi, de alguma forma, fraudado.

    ● Oitavo: onde houver divergência entre a totalização dos votos simulados inseridos e a do BU, o arquivo de filmagem é transferido para o juiz eleitoral da zona eleitoral, ficando uma cópia para a entidade civil e para os representantes de partidos. A urna é lacrada para investigação posterior, em conjunto com a ata da mesa receptora, que deverá registrar o ocorrido, bem como a planilha de inserção de votos simulados.

    ● Nono: com base no princípio da transparência, os partidos políticos poderão realizar filmagem paralela das telas das urnas eletrônicas originais, em ângulo diverso ao das entidades civis, inclusive, com a sua eventual transmissão ao vivo, por meio de serviços de streaming de vídeo como, por exemplo, o YouTube.

    ● Décimo: antes das eleições, a Caixa Econômica Federal cadastrará as entidades civis interessadas em participar da inserção de votos simulados e da filmagem do voto auditável, realizando sorteio, por zona eleitoral. Não havendo número de interessados suficiente para os 2% de urnas a serem sorteadas, será aberto novo cadastramento e novo sorteio para qualquer eleitor interessado, desde que esteja vinculado a sua própria zona eleitoral. Persistindo a insuficiência, mesários ficarão encarregados da inserção dos votos simulados, porém, sem filmagem.

    Seguindo-se, rigorosamente, estes dez procedimentos, poderemos ter a garantia de que 95% do resultado das eleições, com 1% de margem de erro, corresponda, de fato, à realidade.

    Importa mencionar que, retiradas as constatações de que a urna parou de funcionar, ou de que houve, por parte do mesário, falha de lançamento da inserção dos registros de votos simulados em sua planilha, ou de que houve falha na totalização dos votos simulados pelos mesários, ou que houve inserção errônea do próprio voto simulado – todas essas ocorrências serão verificáveis pela filmagem realizada – o que restará é, sim, a possibilidade de fraude no software interno da urna, que é o que interessa saber aos eleitores em geral.

    Neste último caso, o TSE, em conjunto com os partidos políticos e os peritos da Polícia Federal, devem aprofundar as investigações para saber o que realmente houve. Quinze dias depois da eleição, o TSE anuncia em quais e quantas urnas, objeto de votação paralela, houve divergência entre a inserção de votos simulados e os respectivos BU’s, incluindo as respectivas causas.

    Caso se constate um percentual, acima de 5% (cinco por cento) em fraude no software interno da urna, resta caracterizada violação de confiabilidade no sistema eleitoral de votação eletrônica como um todo e novas eleições devem ser realizadas, com a utilização de cédulas de papel.

    Em um universo de, aproximadamente, 500.000 urnas eletrônicas, precisamos usar a Estatística como Ciência e como instrumento de confiabilidade ao resultado final das eleições.

    Com o passar dos anos, basta aumentar o percentual de urnas auditáveis, em votação paralela, para 3%, 4% e 5% por cento, de forma a incrementar a confiabilidade do resultado eleitoral para 98% ou 99%, com reduzidas margens de erro.

    Não podemos deixar de mencionar que essa ideia não se sujeita ao Princípio da Anualidade no processo eleitoral porque diz respeito a mero procedimento eleitoral, sem voto impresso, e, melhor, não precisa de aprovação por meio de proposta de emenda constitucional. Aliás, ela pode ser implementada pelo próprio TSE, se forem seguidas rigorosamente, reiteram-se, de forma resumida, estas três premissas:

    1) a de que a urna não possa “saber” que está sendo objeto de teste de confiabilidade;

    2) a de que o eleitor tem que “emprestar” a sua biometria, duas vezes, para a inserção da votação simulada pelas entidades civis ou pelos cidadãos sorteados pela Caixa; e,

    3) de que o sorteio dos 2% das urnas eletrônicas sejam realmente aleatórias, ou seja, por meio da utilização de dispositivos não eletrônicos.

    De se mencionar, que a votação paralela, realizada em 2018 pelo TSE, não atendeu a nenhuma daquelas três premissas e com as sugestões ora mencionadas se espera que as urnas eletrônicas possam ser aperfeiçoadas.

    Brasília, 25 de março de 2022.

    Ricardo Luiz Rocha Cubas, é Auditor do Tribunal de Contas da União, Advogado e formado em Ciências da Computação pela Universidade de Brasília (Nota: todas as considerações deste artigo não representam o posicionamento do TCU sobre o tema).

  14. BRASIL A CIMA DE TODOS
    BRASIL A CIMA DE TODOS

    Calma dominguinha, tá falando do Lula, né!!!!
    Kkkkkkkk só posso imaginar q virou essa bicha louca prq perdeu umas tetinhas, ou simplesmente o método paulo freire (em minúsculo) corroeu seu cérebro. Fala sério, ou vc é cego, ou seu grau de alienação virou uma doença. Cuidado p não meter os dedos no próprio cool e se rasgar.

  15. José
    José

    Estamos votando há 30 anos com urna eletrônica e ninguém deu um pio! Agora aparece um idiota, se achando o máximo, com medo de perder, e vem com esta ladainha! E não faltam idiotas para acreditar nesta baboseira!

    1. Delio Domingos Bortolin
      Delio Domingos Bortolin

      José, porém nesses trinta anos o STF não havia inocentado e estava apoiando um ladrão condenado em 3 instância, para candidato a presidência de um país.

    2. Joicí Luiz Companhoni
      Joicí Luiz Companhoni

      Seria igual a um diretor financeiro de alguma empresa dizer que fazem 30 anos que ninguém confere o caixa e documentos e agora aparece um idiota querendo conferir.

    3. Marcelino Teodoro de Assiz
      Marcelino Teodoro de Assiz

      José, talvez seja porque durante 30 anos fomos idiotas! Acreditando na velha mídia que sempre propagou, não a verdade, mas aquilo que convinha a seus interesses. E antes que você diga que JB é idiota, cabe lembrar que foi ele o ganhador das eleições.

  16. Bruno
    Bruno

    Se o TSE não acatar as propostas do Exercito pode-se configurar o golpe em curso, lugar de golpista é na cadeia!!!

  17. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Quem seriam estes “auditores independentes “???? O TSE vai acatar as sugestões do Exército???

  18. Douglas
    Douglas

    Ooooo Domingos, vc parece uma femea no cio toda vez que vê uma notícia ou o nome do Bolsonaro kkkkk saia desse armário menine

    1. Renata Thomaz
      Renata Thomaz

      Verdade… Não nos esqueçamos nas eleições de 2014… Toffoli entrou em uma sala, se não me engano, às 19:44… E Aécio estava à frente para cara de surpresa do Bonner… Neste horário tudo se reverteu… Posteriormente, em matéria da “Veja” veio à “,coincidência… O que vc alerta faz sentido.

  19. Thomas Korontai
    Thomas Korontai

    A ILEGALIDADE CONTINUA!
    Impressionante como nem as FFAA perceberam, embora avisadas, que o processo eleitoral brasileiro é ilegal. A falta do escrutínio público dos votos, em atendimento à exigência da aplicação da publicidade (art. 37 da CF) do mesmo – exame e contagem dos votos – torna incompleta a realização do sufrágio, ferindo também o artigo 14 da CF.
    Viola ainda o artigo 7 da Lei 1079/50 (que os ministros do STF e o Pacheco querem mudar!) que classifica como crime o impedimento da realização do escrutínio, bem como, a utilização do Poder Federal para o livre exercício do processo eleitoral, dentre outros incisos deste artigo, bem como, do Código Eleitoral.
    Durante 24 anos essa ilegalidade teve tentativas de saneamento com a proposta do voto impresso, mas as três que houveram foram liquidadas, uma pelo Lula, em 2003, outras duas pelo TSE. Ou seja, convivemos na ilegalidade e ilegitimidade eleitoral há 24 anos! Até quando você, brasileiro e leitor desta Revista vai suportar isso? Pior do que a incerteza que a urna eletrônica produz com a contabilização automática e secreta dos votos, é a certeza da ilegalidade que tal processo representa!
    #contagempublicadosvotos2022

    1. Thomas Korontai
      Thomas Korontai

      Acesse http://www.convergencias.org.br e conheça toda a saga de uma luta pela legalidade do processo eleitoral há vários anos, com intervenções em quase todos os órgãos de Estado, dos Três Poderes.

      1. Thomas Korontai
        Thomas Korontai

        Mais uma coisa: por favor, DESCARIMBEM DA TESTA A AUDITORIA DOS VOTOS!
        Auditoria não é contagem dos votos. Eleitor não é auditor. Portanto, os votos tem de ser contados publicamente, ao final de cada pleito, na própria seção eleitoral, que tem no máximo 400 eleitores (média nacional de 254), o que ode ser feito em no máximo 4 horas. Tudo anotado em atas, gravado em filme, e fiscalizado por fiscais partidários e eleitores.
        É assim que se faz democracia. Não se faz democracia enganando o povo com a ilegalidade do processo eleitoral. E detalhe: não estou falando das urnas eletrônicas, se são frágeis, ou seja lá o que for. Estou falando de ilegalidade patente por não ter escrutínio público dos votos (art. 37 da CF) no sufrágio previsto no artigo 14.

  20. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Volto a enfatizar. O problema não é apenas a segurança de todo sistema eleitoral, é a real possibilidade de auditoria dos votos conforme determina a Constituição. A menos que, no caso do Brasil, a Constituição possa ser algo editado tantas e quantas vezes de interesse for por pouco mais de 20 pessoas não escolhidas para isso!!!
    Todo o resto, embora válido e devido, não passará de estorinha para inglês ver!

    1. Thomas Korontai
      Thomas Korontai

      A Constituição prevê a publicidade dos atos praticados por todos os órgãos da Administração Pública dos três níveis de governança (art. 37 da CF). A auditoria é algo que se faz em caos pontuais e a futuro. Eu propus a correção disso na PEC 135 da Deputada Bia Kicis, pois foi um erro crasso de interpretação do sentido da palavra auditoria (ver nos temas relacionados aos substitutivos que apresentamos à Comissão da PEC 135, ao Relator Dep. Filipe Barros, que acatou as sugestões).
      Portanto, auditoria seria uma armadilha que felizmente não foi parar na CF em especial no artigo 14, que ela deseja emendar.
      Mas o último substitutivo que produzimos e foi acatado pelo Filipe Barros foi derrotado por conta da interferência direta (e ilegal) de ministros do TSE, que ordenaram aos presidentes de partidos a substituir os deputados da Comissão por outros que votassem contra o Relatório final. Um absurdo que passou batido, que ensejaria impeachment de ministros imediatamente em qualquer país sério do planeta.
      Quem sabe um dia…

  21. Marcos
    Marcos

    Meu voto é para Bolsonaro, mas, que seja respeitado aquele que o povo escolher. Isso é democracia é respeitar a vontade popular. Não pode haver manipulação, ou qualquer tipo de desonestidade e fraude.

  22. Marcos
    Marcos

    É altamente suspeito não haver isenção dos organizadores da eleição, como também, um sistema para auditar o resultado. Porque do jeito que as coisas vão, a possibilidade de ocorrer fraude dentro do TSE, executada por membros do próprio tribunal é bem plausível, acredito.

  23. Marcos
    Marcos

    O maior perigo não vem de fora e sim do próprio TSE, pois teremos a contagem concentrada em Brasília, com apenas um pequeno grupo que terá o código fonte para fazer a alteração que quiser.

    Como podemos confiar no futuro presidente do TSE? Pois já sabemos que ele tem lado e é extremamente autoritário, covarde, antidemocrático e raivoso.

    1. Fabrício Fredrich
      Fabrício Fredrich

      Exatamente, estão colocando o foco nas urnas quando a preocupação deveria ser a apuração no servidor sob o comento do presidente do TSE que vai ser o ministro Alexandre de Moraes

  24. Leonardo Henrique da Silva
    Leonardo Henrique da Silva

    É fácil cala-lo e desmoraliza-lo pra sempre: basta que se acoplem impressoras, que depositarao os votos (sem qualquer contato do eleitor), em urnas indevassaveis. Ai, que se faça a contagem, publica, voto por voto, e se prove, sem sombra de dúvidas, que Bolsonaro será esmagado nas eleições. Simples. Mas quem disse que o mega-gangster ‘descondenado’ vai querer?

  25. José Lourenço Faria
    José Lourenço Faria

    Porque o imetro não verificar essas urnas e seus códigos? Porque secreto a pedido do TSE? Isso não cheira bem!🤔 Porque o exército, não pode divulgar essas informações, uma vez que o TSE divulgou os questionamentos do exército anteriormente? Tempos estranhos…

  26. Luiz Carlos Mendonça
    Luiz Carlos Mendonça

    1º cito:
    “Com base na papelada, o Exército decidiu fazer as sugestões ao TSE. A lista, porém, é secreta, comunicou a Corte.”
    2º comento:
    Meu não comentário é o comentário.

    1. João Pimenta Freire Fiilho
      João Pimenta Freire Fiilho

      Procede a preocupação com a lisura das apurações.
      Afinal de contas, onde existe o PT participando tudo é possível.
      Em 4 legislaturas em que estiveram no poder, só fizeram roubar.
      Mais de 1 trilhão de reais foi o desfalque que deram.
      Não sei como ainda não cassaram o registro desse partido.

  27. Neide Ferreira VIANA da Silva
    Neide Ferreira VIANA da Silva

    Concordo com o edital. Se não fizermos algo para verificação das urnas podemos ter fraudes!
    A segurança das urnas eletrônicas necessitam ser urgentemente aperfeiçoadas! E o órgão de Cibernética do Exército é competente para fazer está reparação. Tem competência!

  28. Paulo Kubota
    Paulo Kubota

    Se as sugestões são secretas (por desejo do TSE) a gente nunca vai saber onde estavam s fragilidades…
    E ficaremos no escuro até as eleições ocorrerem e termos uma surpresa…
    Péssimo!

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