A megaoperação conjunta das Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, que terminou com mais de 130 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, provocou forte reação de parlamentares e lideranças da esquerda radical brasileira. Eles classificaram a ação como “massacre”, “chacina” e “política de extermínio” e pediram responsabilização do governador Cláudio Castro (PL).
A Operação Contenção, realizada nesta terça-feira, 28, mobilizou 2,5 mil agentes contra integrantes do Comando Vermelho, incluindo lideranças de outros Estados. O governo do RJ informou que 60 suspeitos e quatro policiais morreram. Já a Defensoria Pública contabiliza 132 mortos.
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O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) afirmou que “extermínio é o que Cláudio Castro está fazendo” e perguntou se o Rio de Janeiro “acordou mais seguro hoje”.
Para a vereadora Tainá de Paula (PT-RJ), as cenas da operação “não podem mais ser toleradas”. “Não é operação, é chacina”, escreveu. Já a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) chamou o governador de “criminoso”, enquanto Benedita da Silva (PT-RJ) disse que “o Estado do Rio de Janeiro faz da morte política pública”.
Já Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que a operação “precisa ser investigada imediatamente” e que o episódio representa “a maior chacina da história do Rio de Janeiro”.
Críticas à gestão de Cláudio Castro no Rio de Janeiro
O ex-ministro José Dirceu (PT) declarou que o episódio “é a confissão da falência da gestão de Cláudio Castro”.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT), também responsabilizou o governador. “Faz uma ação que está gerando mortes e caos, e depois tenta se eximir de responsabilidades”, escreveu, ao dizer que Castro se opôs à PEC da Segurança Pública, proposta pelo governo federal.
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) disse que era preciso combater o crime “sem transformar o Estado em agente de barbárie” e cobrou aprovação da PEC.
O presidente do PT, Edinho Silva, criticou a “politização da tragédia”. “Segurança pública não se faz com ações improvisadas que colocam a população em risco”, disse.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, chamou a operação de “a mais letal da história do Rio”.
Já a deputada Erika Hilton (Psol-SP) afirmou que “o que acontece no Rio de Janeiro não é uma tragédia, é uma escolha”, acusando o Estado de “governar sobre corpos negros e periféricos”.
Esquerdopatas querem a destruição total do nosso país. Vocês são o piores canceres da sociedade. Estúpidos, ignorantes, seres desprezíveis.
Nenhima sutpresa a esquerda e o govrrno federal apoiam. Bandidos.
Lamento a morte dos policisis e se tiverem civis tb, Quanto aos bandifos fizrram a escokha do ctime, matam inocentes sorrindo.
Porquê esses vermes esquerdopatas não adotam e levam para casa, esses inocentes que atiram com fuzil?
Para surpresa de ninguém!
Perderam alguns eleitores!
Não é de estranhar. A extrema esquerda que se apossou do Brasil defendendo aqueles que escravizam e chacinam o povo trabalhador.
A insensatez, a irracionalidade, a falta de bom senso são resultados dos desafios que os esquerdistas enfrentam para manter os pés no chão.
Indivíduos que apresentam dificuldades cognitivas, um elevado nível de amoralidade e uma adaptação complicada à vida em sua essência, buscam transformar a realidade em narrativas conformes às suas necessidades psíquicas.
Ou trata-se simplesmente de desonestidade?
Não nos resta alternativa a não ser evitar a omissão e a tolerância com as insanidades e devaneios dos esquerdistas.