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Política

Esquerda articula votação do PL das 'fake news' no Senado

Ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), líderes da esquerda tentam formar maioria pelo projeto dentro da Casa

Ângelo Coronel - Fake News - Senado
Ângelo Coronel é relator da matéria no Senado | Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Parlamentares de esquerda encampam, ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a articulação para votar o PL 2630 na Casa

Esquerda fake news
Ângelo Coronel é relator da matéria no Senado | Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Além do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), líderes de esquerda estão entre os maiores defensores para que o Projeto de Lei 2630/2020 seja votado na Casa. Chamado de PL das fake news, o texto está dividindo as bancadas e ainda não houve consenso sobre a votação.

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Entre os favoráveis ao projeto, o líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), atuou para que o tema seja votado nesta terça-feira, 30. Para ele, as fake news “são armas de covardes, pessoas que precisam da mentira para viver na política”.

Além do petista, o líder do PDT, Weverton Rocha (MA), está entre os defensores do texto apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). “Só tem medo de discutir fake news, CPF e nome, tudo que tem que ser colocado de forma clara, quem faz coisa errada. As pessoas que estão em casa precisam entender isso”, disse o pedetista.

Alcolumbre tenta ao lado dessas lideranças construir o acordo para que o tema seja votado ainda nesta semana. Entretanto, a definição só vai ocorrer durante a reunião de líderes, marcada para o final desta manhã.

Projeto

Entre diversos pontos, a proposta endurece as regras para a abertura de conta em redes sociais e limita o envio de mensagens em massa. Além disso, determina que as empresas de tecnologia mantenham registros de compartilhamento de mensagens por três meses, entre outras providências.

Alcolumbre tentou votar o projeto na semana passada, mas, pressionado, acabou recuando. Controverso, o PL é tido por muitos parlamentares como um tipo de censura aos internautas. Já o presidente da Casa quer acelerar a votação para que as novas regras entrem em vigor antes do começo da campanha eleitoral deste ano. Isso em resposta a ataques constantemente direcionados a políticos.

Até o momento, a única bancada que já se posicionou sobre o relatório apresentado pelo senador Ângelo Coronel (PSD-BA) foi a do Podemos. De acordo com o líder do partido, Álvaro Dias (PR), nove dos dez senadores da sigla são contrários ao projeto.

 

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3 comentários
  1. José Miguel Sanchez Galves
    José Miguel Sanchez Galves

    Aprovar leis que beneficiem o povo, nada!!!

  2. José Antonio de Souza Junior
    José Antonio de Souza Junior

    Parabéns ao Senadores contrários a este absurdo. A luta continua…

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