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Política

Em plano de comunicação, Sidônio recomenda comparações com governo Bolsonaro

Estratégias sugeridas pelo ministro da Secretaria da Comunicação Social devem ser aplicadas nos próximos 90 dias

O novo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O novo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante a reunião ministerial da segunda-feira 20, Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social, apresentou um plano estratégico de comunicação para os próximos 90 dias.

O plano, voltado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), visa a centralizar a divulgação das ações governamentais e melhorar os índices de popularidade.

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Sidônio, que atuou como marqueteiro na campanha de Lula em 2022, enfatizou a importância de os ministros compararem suas atuações com a gestão de Jair Bolsonaro (PL).

A ideia é que cada ministro destaque as condições em que encontrou suas respectivas pastas e as “melhorias alcançadas até o momento”.

Essa abordagem de comparação será um dos pilares centrais na nova política de comunicação do governo.

Cobranças para ministros

Na reunião, o presidente Lula fez diversas cobranças aos seus ministros, sublinhando a necessidade de melhorar a comunicação das ações governamentais.

Preparando-se para a próxima eleição, Lula mencionou a importância de estar em plena saúde para concorrer à reeleição e surpreendeu a todos ao afirmar que “Deus decidiria seu futuro”.

Além disso, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, trouxe à discussão a PEC dos Militares. A proposta prevê que membros das Forças Armadas que se candidatem a cargos eletivos não retornem ao serviço militar após a campanha.

Múcio destacou que a movimentação frequente de militares entre o cenário político e os quartéis pode prejudicar o funcionamento das Forças Armadas. Segundo ele, muitos militares da ativa apoiam essa proposta, que está prevista para entrar em vigor em 2026.

Lula deve ser o “motor de conteúdo” do governo, diz Sidônio

Luiz Inácio Lula da Silva observa durante uma reunião do Partido Socialista Brasileiro (PSB), que o indicou oficialmente como candidato do partido, em Brasília, Brasil, em 29 de julho de 2022 | Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Em uma reunião realizada na segunda-feira 20, Sidônio Palmeira destacou a importância de uma comunicação unificada no governo federal.

Ao encontrar-se com os ministros da Esplanada, ele afirmou que o presidente Lula deve ser o “motor de conteúdo” do governo, colocando-o no papel central na divulgação das ações governamentais.

Palmeira explicou que todos os feitos e os programas considerados positivos devem seguir uma hierarquia clara: primeiro atribuídos a Lula, depois ao governo e, por último, aos ministros.

Os ministros foram instruídos a intensificar viagens e discursos sobre programas federais, garantindo que o governo central receba o reconhecimento devido. A estratégia visa a evitar que governadores e prefeitos se apropriem dos feitos do governo federal devido a falhas comunicativas.

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5 comentários
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    O cara está a dias no comando da Secon e já provou que é um imbecil ….
    Vai comparar oque … só se for pra passar vergonha.
    O BURRO FALANTE encontrou mais um parasita de estimação…

  2. Christian
    Christian

    Vai ser engraçado ver o Nine nesta atuação patética.
    Quanta mentira será plantada com uma colheita impossível.

  3. Route 66
    Route 66

    O Borsonaro deve estar torcendo pra sair essa comparação do Sidônio.

  4. Roberto Manin Frias
    Roberto Manin Frias

    Imagina só, Sidonio o governo de Bolsonaro não tem comparação com o do condenado, este sim só se compara com o comando de Hitler

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